
Rui Amaral é natural da freguesia de São Pedro Nordestinho, concelho do Nordeste, mas foi na cidade de Toronto, Canadá, que cresceu e estudou, acompanhando os pais na onda da emigração logo após a conclusão das obras de construção do centro de saúde do Nordeste, no final da década de 80 do século passado.
Desde cedo revelou interesse pelas artes e depois de experimentar o teatro e a dança, acabou por tirar mestrado em Curatorial Studies and Criticism na Ontario College of Art and Design. Atualmente, é curador-adjunto no Museu de Arte Contemporânea de Toronto e diretor/curador de um espaço artístico privado que disponibiliza exibições gratuitas.
“Desde pequeno que sentia que a minha vida ia ser dedicada às artes”, disse, recordando que “antes de ser curador no museu, fui ator, dançarino e trabalhei em lojas na decoração das montras. Foi aí que comecei a utilizar os objetos para criar histórias”, acrescentou.
Quando começou a frequentar os museus percebeu que “os curadores também faziam isso, mas a um nível diferente. Então comecei a colaborar com artistas e fui-me interessando cada vez mais, ao ponto de decidir ir para...
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