
“Está sempre insatisfeita com o seu trabalho, numa boa perspetiva, de querer melhorar no seu próximo quadro. A Alda é uma autodidata, uma excelente escultora e tem de ser valorizada.”
MARTIM CYMBRON
Alda Maria Raposo Sousa Machado descreve-se como “mais uma das mulheres da nossa terra”, mãe, esposa, avó, mulher com 68 anos de idade, atualmente reformada, mas que continua a fazer o que mais gosta: a pintura e a olaria.
Para a escultora, nada é tarde. Quando as suas filhas terminaram o seu percurso académico, incentivaram-na: seria a sua vez. Licenciou-se em 2014, aos 55 anos, na Universidade dos Açores, pelo fascínio da História. Quando iniciou o curso, abraçou a História dos Açores e, desde então, coleciona livros sobre o nosso trajeto. Ingressou no Mestrado de História Insular e do Atlântico, desistindo devido a uma embolia pulmonar.
Inscreveu-se num workshop de Martim Lebens Cymbron e, posteriormente, frequentou as suas aulas durante três anos, a quem o deve grande parte da sua técnica.
DL: Onde Nasceu?
Nasci a 9 de julho de 1956, cresci e vivo na Matriz da...
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