
DL: Como surgiu a vontade de ir para o seminário?
Bem, não é fácil de explicar, porque são vários acontecimentos ao longo da nossa vida que nos vão marcando. Mas o grande momento, foi o exemplo que tive dos párocos desde a altura em que era acólito. Desde pequenino sempre tive este gosto pelas coisas de Deus e de saber mais sobre Deus. Depois de ter discernido e ter concluído o décimo segundo, criou-se esta vontade de ir para o seminário. Porquê? Porque eu gosto de estar com as pessoas e de servir as pessoas. E vejo na figura do padre, a pessoa ideal para estar ao serviço dos outros. Isto para mim é onde vou encontrar a minha felicidade, por isso é que entrei para o seminário.
DL: Depois dá-se a separação da família e vai para Angra do Heroísmo, na ilha Terceira. Como foi esse momento?
Sair do colinho da mãe, do calor de casa, dos amigos,...
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