
A vereadora da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Cristina do Canto Tavares, marcou presença no lançamento do livro “Abraços de Histórias”, uma publicação cuja edição contou com o apoio financeiro e logístico da autarquia micaelense. Segundo a nota de imprensa enviada pela instituição à nossa redação, a obra reúne um total de 16 histórias escritas e ilustradas pelos próprios alunos, tendo sido desenvolvida sob a coordenação pedagógica das professoras Ana Isabel D’Arruda e Patrícia Domingues no decorrer do ano letivo.
Durante a sessão de apresentação do livro, editado pela Nova Gráfica, a representante do município sublinhou o impacto da iniciativa no desenvolvimento das competências dos jovens autores. “Desejo-vos um futuro muito promissor e brilhante”, afirmou Cristina do Canto Tavares, acrescentando que os alunos “nunca devem deixar de acreditar que tudo é possível, desde que haja vontade, dedicação e trabalho”. A vereadora manifestou o desígnio de continuar a apoiar projetos que estimulem a leitura, a escrita e a criatividade, instando a comunidade escolar a desafiar as instituições públicas para a concretização de atividades com impacto na formação infantojuvenil.
O apoio a esta publicação foi enquadrado pela autarquia na estratégia corrente para o setor da educação no concelho vizinho. Na ocasião, Cristina do Canto Tavares referiu ainda que, a par do investimento na beneficiação e construção de edifícios escolares, o município tem procedido ao reforço da Rede de Bibliotecas Escolares através da oferta de livros e de equipamentos informáticos às escolas públicas do primeiro ciclo.

A Delegação dos Açores da Associação de Solidariedade Social dos Professores, sediada em Ponta Delgada, acolheu a sessão de abertura das comemorações do 45.º aniversário da instituição, um momento marcado pelo reconhecimento oficial do impacto comunitário e social daquela que é a maior estrutura de solidariedade docente no país. De acordo com a nota informativa enviada pela autarquia micaelense, a vereadora com o pelouro da Ação Social da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Cristina do Canto Tavares, fez questão de sublinhar a relevância histórica da associação, apontando que esta “soube crescer, adaptar-se e afirmar-se como a maior instituição de solidariedade de professores em Portugal, desenvolvendo uma ação abrangente nas áreas social, cultural, científica, recreativa e humana, sempre orientada pela valorização das pessoas, pela promoção da cidadania ativa e pelo fortalecimento dos laços comunitários”.
A governante municipal destacou o forte pilar humanista da instituição e a vasta rede de proximidade construída ao longo de quase meio século de existência através de núcleos distribuídos pelo Continente, Açores e Madeira. Focando a sua intervenção na vertente de intertextualidade e ligação comunitária promovida pelas atividades de envelhecimento ativo, Cristina do Canto Tavares referiu que “a associação promove não apenas a preservação da memória coletiva dos professores, mas também a transmissão de conhecimento, valores e experiências entre gerações”, sustentando que, no fundo, “um professor não tem idade”. O contributo local da Delegação Regional dos Açores, que no ano transato assinalou as suas bodas de prata, foi igualmente alvo de rasgados elogios por parte da vereadora, que endereçou palavras de profundo reconhecimento e mérito à presidente da estrutura em solo açoriano, Eduarda Viveiros, pelo trabalho direcionado à inclusão e convívio dos docentes aposentados.
As celebrações do aniversário da ASSP prolongam-se até ao próximo sábado na ilha de São Miguel sob o lema “(Re)encontros e Desafios”, preenchendo a agenda local com uma programação de cariz marcadamente cultural, que engloba conferências, visitas guiadas e apontamentos musicais. O arranque do programa ficou pautado pela partilha de conhecimento académico, incluindo uma palestra conduzida pelo professor Avelino Meneses dedicada ao tema “A Autonomia dos Açores (um processo)”, e uma dissertação sobre a “Flora Autóctone dos Açores”, a cargo do investigador Teófilo Braga. O evento inaugural encerrou com uma nota artística e literária, corporizada num momento de declamação de poesia protagonizado pelos professores Fátima Sousa e José Carlos.

O Pavilhão Professor Jorge Amaral, nos Remédios da Lagoa, será o centro das atenções da dança regional no próximo dia 26 de abril. Pelas 15h30, o Grupo Som do Vento promove a quarta edição do seu festival de dança, um evento que promete transformar o concelho da Lagoa num palco de partilha artística e convívio. De acordo com a nota de imprensa enviada pela organização, a iniciativa contará com as prestações dos grupos Beat Breakers, ADV, Dancers Power, Venga Girls, Move Dance Crew, Hip Hop Azores e Estúdio 13, que se juntam ao grupo anfitrião para uma tarde dedicada aos mais diversos estilos de movimento.
Com mais de três décadas de existência, o Grupo Som do Vento atravessa um momento de grande dinamismo, contando atualmente com 28 elementos femininos divididos por três escalões. Sediada na freguesia de Santa Cruz, a associação mantém uma presença assídua na vida da comunidade, colaborando regularmente com a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia em festas populares, eventos de Natal e atuações de caráter social em lares de idosos. O rigor técnico das suas exibições é assegurado pela professora Vanessa Borges, do Estúdio 13, que orienta os ensaios semanais da formação.
A concretização desta quarta edição do festival conta com o apoio estratégico da Câmara Municipal de Lagoa e da Junta de Freguesia de Santa Cruz, parcerias que o grupo considera vitais para a sustentabilidade das suas atividades. Para além deste evento, a associação já se encontra a preparar a participação nas marchas de Santo António, reforçando o seu papel como agente ativo na preservação das tradições locais. O festival de domingo assume-se, assim, não só como um espetáculo de entretenimento, mas como um momento de afirmação da cultura e da expressão artística feita na Lagoa.

A Vila da Povoação, na ilha de São Miguel, prepara-se para acolher mais uma edição da Gala Regional dos Pequenos Cantores Caravela D’ouro. Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal da Povoação, organizadora do certame, a XXXII Gala contará com a participação de dez jovens concorrentes. Os artistas serão avaliados por um júri composto por cinco elementos, num espetáculo que procura não só premiar a performance vocal, mas também a qualidade da composição. Estão em jogo os troféus para o primeiro, segundo e terceiro lugares, bem como as distinções para “Melhor Letra”, “Melhor Música” e “Canção Recomendada para Crianças”.
Como já dita a tradição deste evento que une gerações no arquipélago, os participantes serão acompanhados ao vivo pela Orquestra Ligeira da Câmara Municipal da Povoação. Sob a batuta do maestro Carlos Sousa, o conjunto de 17 músicos dará suporte melódico às vozes dos concorrentes, que contarão ainda com o apoio das 22 vozes do Coro Infantojuvenil da Caravela D’ouro, dirigido pela maestrina Andreia Festa Amaral. O palco, decorado sob o mote “O Encanto”, servirá de moldura para um programa que inclui participações especiais de dois representantes do Festival Infantil Baleia de Marfim (Lajes do Pico), um representante do Festival da Canção Infantil da Madeira e a vencedora da edição anterior da gala povoacense.
A condução do espetáculo ficará, uma vez mais, a cargo de Graça Moniz, figura já familiar do público que, nos últimos anos, tem orientado as Galas dos Pequenos Cantores da Povoação.

O Coliseu Micaelense, na cidade de Ponta Delgada, prepara-se para receber, nos próximos dias 20 e 21 de março de 2026, a edição XXV do El Açor – Festival Internacional de Tunas. Organizado pelos Tunídeos – Tuna Masculina da Universidade dos Açores, o festival celebra o seu vigésimo quinto aniversário, reforçando um percurso que, desde o ano 2000, une gerações de estudantes e atrai grupos de vários pontos de Portugal e do estrangeiro.
Segundo nota enviada ao nosso jornal pelos Tunídeos, esta edição comemorativa contará com a participação de seis tunas a concurso, quatro tunas da casa e dois convidados especiais, num programa que, segundo a organização, promete fundir a tradição académica com a elevada qualidade musical que caracteriza o certame. A mística do festival será assegurada pelos Cavaleiros da Távola de Queijos que, desde a vigésima edição, assumem a condução do espetáculo, mantendo vivo o legado de humor e irreverência que outrora pertenceu aos Tunalhos.
Entre os momentos mais aguardados pelo público, que já ultrapassou a barreira dos 12 mil espetadores ao longo das últimas duas décadas, destaca-se a habitual exibição da curta-metragem produzida e interpretada pelos Tunídeos, peça que serve de prelúdio à sua atuação de encerramento do festival.
A organização sublinha ainda que o evento não se esgota no palco do Coliseu, prolongando-se por quatro dias de intensa atividade social na ilha de São Miguel, desde as festas de receção às tunas participantes até ao tradicional almoço de convívio que marca o fecho das celebrações.
Para chegar à diáspora açoriana, o festival manterá a sua aposta na transmissão via livestream através do canal oficial do grupo no YouTube, assegurando que o aniversário de prata do El Açor seja partilhado globalmente.