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Berta Cabral destaca importância do “Wine in Azores” na divulgação do papel da região na produção de vinhos e enoturismo

© GRA/SRTMI

A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas assinalou, na Ribeira Grande, a importância do “Wine in Azores” na divulgação e promoção do papel dos Açores na produção de vinhos e como destino de enoturismo, um dos produtos turísticos estratégicos identificados no Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores (PEMTA) 2030, segundo comunicado do Governo regional.

Berta Cabral falava na sessão de abertura do evento, destacando “os passos significativos que os Açores têm dado na produção de vinhos com muita qualidade e com parceiros extraordinários que têm levado o nome dos Açores mais longe, quer a nível nacional, quer a nível internacional”, lê-se.

“Um evento desta natureza ajuda a promover não só os vinhos que vêm até nós, mas também ajuda a promover e a incentivar os vinhos produzidos nos Açores. Quer os vinhos do Pico, quer os da Graciosa, quer os da Terceira, quer também em parte os de São Miguel, estão a fazer um percurso muito seguro e sólido para se afirmarem no panorama nacional dos vinhos portugueses”, sublinhou, citada na mesma nota.

“Este evento tem duas dimensões que gostaria de sublinhar: a promoção da cultura da vinha e da produção do vinho nos Açores e mais uma oportunidade para a promoção turística dos Açores em época baixa”. Isto vem provar que a estratégia que o Governo dos Açores tem vindo a promover é a mais acertada, uma vez que pretende turismo todo o ano e em todas as ilhas” disse a governante.

“Para termos turismo todo o ano e em todas as ilhas, temos de explorar as potencialidades de cada ilha, sobretudo as que marcam a estação baixa, ou seja, o inverno, para podermos ter eventos âncora que sejam apelativos ao turista que nos visitam nesta época do ano. O «Wine in Azores», que vai já na sua 16.ª edição, tem estas duas caraterísticas”, frisou, ainda, a secretária regional.

Berta Cabral sublinhou, ainda, que o facto de o “Wine in Azores” ter conseguido resistir durante 16 anos “representa muita resiliência, muito esforço, muita capacidade organizativa e muita vontade”, lê-se.