
As turmas do 4.º ano da EB1/JI Dr. Francisco Carreiro da Costa, na cidade da Lagoa, ilha de São Miguel, visitaram recentemente os Paços do Concelho da Lagoa, numa iniciativa que visou aproximar os estudantes das instituições democráticas. Recebidos pela vereadora da Educação, Albertina Oliveira, os alunos tiveram a oportunidade de percorrer os serviços camarários e compreender a dinâmica administrativa do município. Segundo a autarca, esta proximidade é fundamental para que os jovens entendam o impacto direto da autarquia no seu quotidiano, referindo que “esta iniciativa permite dar a conhecer o funcionamento e os serviços sediados no edifício, promovendo a compreensão das instituições democráticas desde tenra idade”.
No ano em que se celebram os 50 anos do Poder Local, a visita assumiu um caráter particularmente pedagógico. Durante o percurso, Albertina Oliveira explicou as competências do executivo lagoense e da Assembleia Municipal, sublinhando que o reforço do conhecimento cívico é uma prioridade. “É essencial incentivar a participação ativa e informada na vida da comunidade, fomentando a cidadania e a responsabilidade cívica dos alunos”, destacou a vereadora, realçando ainda o papel dos diversos funcionários que asseguram o funcionamento do concelho.
Este momento de partilha entre a escola e a autarquia serviu não só para desmistificar a gestão municipal, mas também para estreitar laços entre as instituições e a comunidade local. Ao encerrar a visita, a responsável pelo pelouro da Educação reforçou que este tipo de experiências é crucial para formar cidadãos mais conscientes, afirmando que o objetivo passa por “reforçar a ligação entre a escola, a autarquia e a comunidade, garantindo que os jovens se sintam parte integrante do desenvolvimento do seu território”.

No passado dia 7 de janeiro, pelas 09h30, realizou-se, na Escola Secundária de Lagoa, o primeiro simulacro escolar, onde toda a comunidade escolar participou numa atividade que pretendeu promover a segurança e prevenção de alunos, professores, assistentes operacionais e assistentes técnicos. Este exercício tem como missão principal testar todos os membros desta comunidade escolar a agir de forma correta e organizada perante uma emergência, neste caso, um sismo.
Ao sinal de alarme – para toda a escola – os diversos alunos e professores saíram das salas de aula, de forma ordeira, seguindo os procedimentos habituais para este tipo de situações, procurando respeitar o plano de evacuação desta Unidade Orgânica.
Nos quatro Pontos de Encontro da Escola Secundária de Lagoa, foram realizam as contagens para confirmar que todos os elementos se encontravam em segurança.
Este tipo de iniciativas é fundamental, uma vez que permite identificar aspetos a melhorar e reforçar comportamentos de segurança responsáveis. Além disso, contribuiu para aumentar a consciência e a preparação dos membros desta escola para possíveis situações reais.

A vereadora da Câmara Municipal de Lagoa, Albertina Oliveira, reuniu com a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Lagoa (AEESL), um encontro que contou com a presença do novo presidente da associação, Alexandre Almeida.
Segundo nota de imprensa enviada às redações pela autarquia lagoense, o encontro teve como objetivo central a apresentação da direção recentemente empossada e o reforço da parceria entre o Município e a AEESL. Por conseguinte, Albertina Oliveira refere que “a Câmara Municipal de Lagoa reconhece que a Associação de Estudantes da Escola Secundária de Lagoa é uma parceira estratégica na auscultação, participação e mobilização dos jovens, valorizando o seu papel ativo na dinamização da comunidade estudantil”.
Na reunião foram ainda dadas a conhecer, por parte do Município, várias iniciativas atualmente em curso, nomeadamente o Cartão Jovem Municipal, o Conselho Municipal da Juventude, a Assembleia Municipal Jovem, bem como os apoios concedidos a projetos escolares desenvolvidos em parceria com a Escola Secundária de Lagoa. A Câmara Municipal manifestou assim disponibilidade para colaborar no cumprimento do plano de atividades da AEESL, bem como o desenvolvimento de iniciativas conjuntas direcionadas à juventude do concelho.
A autarquia garantiu no final que vai continuar a trabalhar em conjunto com os estudantes para apoiar os jovens da Lagoa e incentivar a sua participação na vida da comunidade.

Neste ano letivo 2025/2026, o Clube de Astronomia da Escola Secundária da Lagoa, volta a participar na “Caça aos Asteroides”. Existem seis elementos deste Clube (3 professores e 3 alunas do 10.º ano, do curso de Línguas e Humanidades), que, utilizando o software “astrométrica”, participaram na 2.ª campanha (realizada em novembro/dezembro de 2025) e que se encontram, nesta altura, a participar na 3.ª campanha. Este grupo é orientado pelo astrónomo-amador Dr. Valter Reis, com base numa colaboração com o programa IASC (International Astronomical Search Collabora), através do Núcleo. No ano letivo anterior, este mesmo Clube contou com 3 “registos preliminares” de “novos asteroides”, por parte de alunos e professores.
Esta iniciativa tem como objetivos principais: a segurança da Terra, identificando asteroides que possam representar risco de colisão; oferece aos estudantes a possibilidade de descoberta de novos asteroides, que passarão a integrar a base de dados dos objetos conhecidos do nosso Sistema Solar e oferece ainda uma visão prática do que é a Ciência, e como se faz Ciência, mobilizando conceitos e desenvolvendo competências científicas e interpessoais. O desafio e a descoberta são, sem dúvida, poderosas alavancas para a aprendizagem e desenvolvimento de competências. Assim os alunos participantes interiorizam um conjunto de conceitos, aprendem rotinas e metodologias de trabalho e desenvolvem um conjunto de capacidades no decurso destas atividade.

Neste contexto, as alunas: Inês Varão, Júlia Rego e Mariana Costa, foram “registadas” junto da NASA como “cientistas- cidadãs”, pois neste processo de pesquisa os alunos percebem que a correção das órbitas dos asteroides já catalogados é um contributo científico muito importante, e mesmo a própria ausência de asteroides num grupo de imagens é, por si só, uma descoberta científica.

A Escola Secundária de Lagoa (ESL) promove a Feira Steam & Games 4.0 nos próximos dias 27 e 28 de novembro. A escola diz que se trata de “um evento marcante no Plano de Atividades”.
A metodologia “Steam” tem vindo a ganhar forma num processo de implementação natural e consistente na escola. Em comunicado enviado ao nosso jornal, a escola refere que pretende que “cada vez mais seja estruturante das dinâmicas pedagógicas ativas e cativantes” com o objetivo da “construção de uma escola diferente, ativa e empreendedora”.
De acordo com a comunidade escolar, as turmas participantes já se encontram a preparar os seus projetos, dando os últimos retoques nos seus posters. “A ciência, a tecnologia, a criatividade, a emoção, o envolvimento, a cooperação, e tantos outros ingredientes já andam no ar por muitos espaços da ESL”, salienta.
“Integrada no programa das comemorações do XXIV Aniversário da ESL, esta feira pretende ser, mais uma vez, um momento em que a escola se revela para a escola, para a comunidade em geral, para o concelho e, este ano, para a ilha”, refere a escola.
A ESL promete ainda que esta edição “será um evento ainda mais inclusivo e também intergeracional”. “Os nossos alunos estão a preparar-se com afinco, conscientes de que fazem parte da construção de um projeto que os capacita de forma abrangente, transversal para os desafios que o futuro lhes pode reservar”, acrescenta a escola lagoense.
O “caminho de descoberta, de participação, de verdadeiro desafio à criatividade, à cooperação, à capacidade organizativa e comunicativa está a ser catalisador”, sendo que o Conselho Executivo diz que pretende que hajam cada vez mais “dinâmicas pedagógicas cativantes, construída por todos e todos”.
Este ano, o evento conta, entre outros apoios, com a medida M3.4.B/ORG EVENTOS DC&T/2025/025 da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento.

O Centro Cultural dos Fenais da Luz, no concelho de Ponta Delgada, acolhe a Exposição “Desenho A, Artes Visuais ESDR” , de 23 de outubro do corrente ano a 8 de janeiro de 2026.
Sob a coordenação do professor João Vaz de Medeiros, os alunos do 12.º ano do Curso de Artes Visuais, da Escola Secundária Domingos Rebelo, Afonso Oliveira, Beatriz Ferreira, Bruna Ferreira, Francisco Carvalho, Martim Damásio e Sofia Benjamim, deram forma a um convite apresentado pela Câmara Municipal, no âmbito do programa “PDL Escol@tiva”.
Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia de Ponta Delgada, foi neste contexto que surgiu a exposição coletiva, que estará patente na freguesia dos Fenais da Luz. A mostra vai apresentar trabalhos realizados na disciplina de Desenho A, que deram continuidade ao projeto de apoio à criação artística em meio escolar, nas suas variadas formas de ação, expressão e representação.
Do contexto escolar ao contexto público, a exposição tem como objetivo “proporcionar uma nova experiência aos alunos e dar a conhecer os trabalhos por eles desenvolvidos, garantindo um contacto mais próximo deste jovens com o público, através da apresentação e exposição dos seus trabalhos a toda a comunidade”, finaliza a autarquia.

O auditório da Escola Secundária de Lagoa, na ilha de São Miguel, foi palco da apresentação do Projeto Náutica/0 às turmas do sétimo ano que, pela primeira vez, usufruem do mesmo. Segundo a Câmara da Lagoa, o projeto já abrangeu 2.046 alunos lagoenses.
A apresentação contou com a presença do vice-presidente da câmara municipal da Lagoa, Nelson Santos, e do presidente do conselho executivo do estabelecimento de ensino, Alexandre Oliveira. Na ocasião, Nelson Santos referiu que “mais do que formar jovens pretende-se, a médio e longo prazo, voltar uma comunidade para o mar, valorizando-o, respeitando-o e usufruindo de todas as suas potencialidades”.
Os alunos puderam ainda escutar uma explicação por parte dos parceiros do projeto como é o caso do Clube Náutico de Lagoa, da Autoridade Marítima, da Polícia Marítima e do Centro de Educação e Formação Ambiental (CEFAL).
Em comunicado, a autarquia da Lagoa explica que, anualmente, une esforços com o Clube Náutico de Lagoa, a Escola Secundária de Lagoa e a Autoridade Marítima Nacional para proporcionar 10 blocos de 90 minutos de sessões náuticas ao longo do ano letivo para as turmas do sétimo e oitavo ano.
Nesta oitava edição, o projeto vai abranger 204 alunos, que terão a oportunidade de adquirir e consolidar competências em manuseamento de materiais náuticos, técnicas de natação e atividades de salvamento, entre outras. A aprendizagem será conduzida por treinadores credenciados nas Federações Portuguesas de Canoagem, Vela e Natação.
El Projeto Náutica/0 foi criado em 2018 com o objetivo de motivar jovens em idade escolar para as práticas náuticas, integrando-as no programa curricular da disciplina de Educação Física do ensino regular.

Patrícia Gaspar Silva
Especialista em Pediatria no Hospital CUF Açores
Com o fim das férias de verão, impera a necessidade de recuperar a rotina e os horários da época escolar. De forma a facilitar esta transição, exploramos algumas medidas que podem ser aplicadas nesta fase do ano.
Em primeiro lugar, é fundamental regularizar os horários de sono. O sono é fundamental para as crianças e, durante o verão, é natural que se deitem mais tarde ou em horários mais irregulares. Recomenda-se reajustar, de forma gradual, os horários de uma a duas semanas antes do início das aulas, criando uma nova rotina adaptada à escola. Nas crianças que ainda fazem sesta, esta, idealmente, não deve ocorrer muito tarde, de forma a não comprometer o sono durante a noite. A rotina da noite também deverá voltar ao normal, por exemplo, com a leitura de uma história ou com uma música suave e sem ecrãs. Durante as férias, é frequente que as crianças façam uma maior utilização de ecrãs. Porém, o seu uso excessivo pode ter efeitos no comportamento, na capacidade de concentração e no sono. Por esse motivo, na preparação para o início das aulas, esta utilização deve ser mais criteriosa, recomendando-se a limitação da utilização de dispositivos eletrónicos no quarto, uma a duas horas antes da hora de deitar. Os limites diários de utilização deverão ser inferiores a 30 minutos por dia entre os três e os seis anos, uma hora entre os sete e os 11 anos e, idealmente, inferior a duas horas a partir dos 12 anos, como recomendado pela Sociedade Portuguesa de Neuropediatria. Devem, ainda, ser promovidos conteúdos adequados e com particular atenção às redes sociais. A postura quando sentado também deve ser corrigida, de forma a evitar problemas futuros.
Recomenda-se que a criança aproveite ao máximo o bom tempo e o ar livre, com atividades durante o dia, movimento e interação com outras crianças e com a família, pois além de promotor do desenvolvimento, este tempo de qualidade ao ar livre ajuda a regular o sono e a rotina, pelo que deve ser sempre privilegiado. Nestes momentos, é importante não esquecer a devida proteção solar!
O regresso às aulas pode também causar alguma ansiedade, por esse motivo, a existência de rotinas estáveis e previsíveis podem ajudar a criança a sentir-se mais segura, sendo importante a sua participação em algumas escolhas e tarefas – tais como preparar o pequeno-almoço, escolher a roupa, preparar a mochila ou comprar material escolar, permitindo desenvolver a sua autonomia e dar a sensação de controlo no meio da mudança. É importante, ainda, conversar com a criança ou com o adolescente e dar-lhe um espaço seguro para partilhar as suas preocupações. Temas como o alcoolismo, tabagismo, toxicodependência, bullying, consentimento, puberdade, entre outros, podem e devem ser abordados de forma adequada à idade, com a família ou, em caso de necessidade, em articulação com os cuidados de saúde.
Antes do regresso às aulas é importante garantir que a vigilância da saúde do seu filho está atualizada, nomeadamente em termos do crescimento, do desenvolvimento, da visão, da audição, de eventuais doenças crónicas e da vacinação. Um adequado seguimento permite detetar e tratar situações que podem condicionar o sucesso escolar ou o bem-estar psicológico das crianças, de forma a que não existam oportunidades perdidas para atingir o potencial máximo de cada uma.

O concurso público para a requalificação da escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na cidade da Lagoa, acabou de ser lançado, anunciou esta terça-feira, 8 de julho, a Câmara Municipal de Lagoa.
Trata-se de uma intervenção que se insere no âmbito de uma candidatura aprovada pelo P02030, e que compreende um investimento de cerca de 650 mil euros.
Para o presidente da Câmara da Lagoa, Frederico Sousa, “esta é uma intervenção que vem ao encontro da modernização que se quer nos edifícios escolares, principalmente no que diz respeito à adaptação destes espaços às novas exigências pedagógicas e tecnológicas”.
Segundo o autarca, trata-se de um investimento no futuro, porque “ao investir na melhoria das escolas do 1.º ciclo do ensino básico do concelho, o município não só contribui para um maior bem-estar de alunos, professores e auxiliares de educação, como também para reforçar o papel da escola como centro de desenvolvimento e formação de uma comunidade, bem como, colabora para o sucesso educativo dos alunos”.
A autarquia lagoense, em comunicado, refere ainda que a intervenção pretende “recuperar e requalificar a Escola Marquês Jácome Correia, mantendo a estrutura e distribuição atual, promovendo, melhores condições de utilização deste estabelecimento de ensino”.
Estão, igualmente, previstas soluções que permitam a melhoria do desempenho energético do edifício, reduzindo a emissão de gases com efeito de estufa e promovendo o conforto térmico daquele estabelecimento de ensino. “Serão implementadas soluções que garantem um melhor desempenho energético do edifício, reduzindo os custos de utilização, assim como, serão minimizados todos os problemas e patologias identificadas, o que resultará numa menor intervenção periódica de manutenção e pequenas reparações”, explica a autarquia da Lagoa.
Está igualmente prevista a substituição de iluminação existente por iluminação LED.
No que diz respeito à infraestruturas de telecomunicações, está prevista a execução de uma nova rede estruturada, com a disponibilização de rede WiFi para acesso à internet em toda a escola, assim como, a instalação de equipamentos e tecnologias em todas as salas de aula, nomeadamente de Smart Boards, apostando-se na qualidade das infraestruturas e recursos pedagógicos, tornando-os mais acessíveis e mais ajustados às tendências de afirmação digital.
Relativamente à segurança contra incêndios, serão substituídas e ou colocadas plantas de emergência, iluminação e sinalização de emergência, sistema de alarme e deteção, meios de combate e atualização das medidas de autoproteção, entre outros.
Finalmente, ao nível da mitigação de patologias, está previsto um conjunto de trabalhos de construção civil que permitam a recuperação do edificado e promovam a conservação do mesmo, de modo a aumentar a sua vida útil, assim como aumentar a sua resistência às alterações climáticas.

A quase centenária escola EB1/JI Marquês Jácome Correia, localizada na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na Lagoa, vai entrar em obras e ser alvo de uma requalificação profunda no valor de quase 600 mil euros. A candidatura ao fundo europeu PO 2030 já foi aprovada e teve luz verde de Bruxelas. A informação foi avançada pelo presidente da Câmara da Lagoa ao Diário da Lagoa. “A nossa intenção e da candidatura partem sempre do pressuposto que é para requalificá-la para escola, para se manter como escola, a nossa preocupação é o edifício”, assegura Frederico Sousa. O autarca garante que o edifício depois de requalificado vai continuar como escola. “Com a aprovação da candidatura, vamos lançar a empreitada agora em breve”, diz Frederico Sousa. Não avança contudo quando deverão começar as obras dizendo apenas que “depende agora do concurso”.
Em dezembro passado, o Diário da Lagoa (DL) noticiou que tanto o conselho executivo da EBI de Lagoa como a Associação de Pais da EBI de Lagoa desmentiram um possível encerramento da escola, algo que era receado por muitos pais devido a rumores que começaram a circular na comunidade de que a escola iria fechar. Contudo, a escola tem vindo a ter cada vez menos inscritos. Há sete anos tinha cerca de 100 alunos e atualmente conta com 64. O presidente do conselho executivo, Manuel Rodrigues declarou ao DL que não tinha conhecimento de um possível encerramento por falta de alunos. “Não tenho qualquer informação neste sentido, nem da parte da tutela, nem da parte da Câmara Municipal da Lagoa”, afirmou Manuel Rodrigues em dezembro.
A escola Marquês Jácome Correia apresenta elevados níveis de degradação em termos estruturais que carecem de intervenção. Segundo consta, inscrito na fachada da própria escola, o edifício foi construído entre 1928 e 1930 tendo já quase um século de vida.