
O Dia da Marinha foi celebrado nos Açores com um conjunto de iniciativas distribuídas por várias ilhas, reforçando o compromisso permanente da Marinha com a segurança marítima, a memória histórica e a proximidade às comunidades.
Diversos faróis do arquipélago estiveram abertos ao público, permitindo a visita às infraestruturas responsáveis pela segurança da navegação e contribuindo para a valorização do património costeiro, tendo sido registados 383 visitantes.
Paralelamente, o NRP Figueira da Foz esteve atracado no cais das Portas do Mar, em Ponta Delgada, recebendo 328 visitantes. As visitas possibilitaram o contato direto com a guarnição e a observação dos sistemas de bordo, proporcionando uma visão abrangente das missões desempenhadas pela Marinha no arquipélago, incluindo vigilância marítima, busca e salvamento e apoio à proteção civil.
Houve também lugar à celebração de uma missa comemorativa na igreja de São José, presidida pelo capelão da Zona Militar dos Açores, reunindo militares, autoridades e cidadãos num momento de reflexão e homenagem aos que servem e serviram Portugal no mar, seguindo-se uma cerimónia de deposição de uma coroa de flores no monumento junto ao Forte de São Brás, prestando tributo aos marinheiros que dedicaram a sua vida ao serviço da pátria.
As comemorações incluíram ainda regatas associadas ao Dia da Marinha 2026, realizadas em várias ilhas do arquipélago, promovendo o desporto náutico e celebrando a tradição marítima açoriana. A participação da população demonstrou o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelos militares e pela missão permanente da Marinha na defesa dos interesses de Portugal no mar.
O Dia da Marinha assinala a chegada de Vasco da Gama e a sua armada a Calecute, na Índia, no dia 20 de maio de 1498, ligando, assim, pela primeira vez o ocidente ao oriente.