PSD Lagoa propõe que famílias possam comprar casas municipais após dez anos de residência
O vereador Rúben Cabral defende que a medida promove a autonomia e estabilidade dos agregados familiares, sugerindo que as receitas da venda sejam reinvestidas na criação de novos fogos e na requalificação do parque habitacional do concelho
O PSD da Lagoa apresentou uma proposta que visa permitir aos residentes de habitações municipais a aquisição dos imóveis onde habitam, desde que neles residam há pelo menos dez anos. De acordo com uma nota de imprensa enviada pela concelhia do partido, a recomendação pretende reforçar a estabilidade das famílias lagoenses e garantir uma maior autonomia face às decisões do poder político, sem descurar o interesse público.
O vereador social-democrata na Câmara Municipal da Lagoa, Rúben Cabral, justifica a iniciativa sublinhando que “deve permitir-se, a quem vive durante largos anos numa habitação municipal, a compra da mesma, constituindo essa opção uma medida equilibrada, que reconhece o percurso das famílias e contribui para a sua emancipação e segurança habitacional”.
A proposta detalhada pelo partido salvaguarda a sustentabilidade do parque habitacional do concelho, prevendo que os montantes realizados com a eventual alienação destes imóveis não sejam dispersos noutras áreas da gestão autárquica. Em vez disso, o PSD defende que as receitas “sejam integralmente reinvestidas na requalificação, ampliação e criação de novas soluções de habitação pública no concelho”.
Para Rúben Cabral, esta abordagem permite conciliar a justiça social com uma gestão responsável do património público, resultando numa “política de habitação mais acessível, mais justa e orientada para as pessoas”. Com esta medida de proximidade, os social-democratas pretendem responder às necessidades das famílias que, após uma década de permanência num imóvel municipal, procuram a segurança da propriedade plena, garantindo simultaneamente a renovação da oferta de habitação pública para futuros beneficiários na Lagoa.
PSD Lagoa propõe revisão de regulamento para modernizar apoios ao desporto local
A estrutura social-democrata apresentou uma proposta à autarquia que visa adaptar as normas de financiamento às novas realidades desportivas, defendendo a criação de critérios específicos para formação, seniores e atletas individuais
O PSD Lagoa deu um passo formal no sentido de transformar o panorama do associativismo desportivo no concelho, ao submeter à Câmara Municipal uma proposta de revisão do Regulamento Municipal de Atribuição de Apoios a Instituições Desportivas e Atletas Individuais. Segundo uma nota de imprensa enviada pela estrutura partidária ao Diário da Lagoa, o objetivo central desta iniciativa é a “modernização” de um documento que os social-democratas consideram estar desatualizado face às dinâmicas atuais.
Para o presidente do PSD Lagoa e vereador na autarquia, Rúben Cabral, a revisão é imperativa para tornar o regulamento “mais adequado às atuais realidades desportivas do concelho”, garantindo que nenhuma modalidade ou praticante fique desprotegido por falta de enquadramento legal.
A proposta foca-se, em grande medida, na inclusão de vertentes que têm ganho expressão na Lagoa, mas que carecem de suporte normativo claro. Rúben Cabral defende ser essencial “integrar novas formas de prática desportiva, como o desporto adaptado e o desporto informal, que ainda não se encontram suficientemente enquadrados no modelo vigente”. Para operacionalizar esta visão, os sociais democratas lagoenses propõe a divisão dos apoios em três tipologias distintas: modalidades com escalões de formação, modalidades de escalão sénior e atletas individuais. A estrutura sustenta que “cada uma destas áreas deve ter critérios próprios e grelhas de avaliação ajustadas à sua realidade, garantindo transparência, objetividade e equidade na atribuição dos apoios”, evitando assim um modelo de “tamanho único” que possa prejudicar especificidades de certas modalidades.
Outro ponto central da proposta prende-se com o reforço da identidade e do investimento local, com o PSD a defender que os apoios passem a ser “atribuídos exclusivamente a coletividades sediadas no concelho e a atletas nele residentes”. Para assegurar o rigor técnico desta transição, os social-democratas sugerem a criação de um grupo de trabalho participativo. Ao sublinhar a necessidade de um processo “justo e capaz de responder aos desafios atuais”, Rúben Cabral manifestou a total disponibilidade dos vereadores do PSD para colaborar de forma construtiva, esperando que a matéria integre já a próxima ordem de trabalhos do executivo municipal para que o desenvolvimento desportivo da Lagoa ganhe um novo fôlego regulamentar.
PSD/Lagoa considera exagerada autorização de despesa de 748 mil euros ao autarca em delegação de competências
Líder do PSD/Lagoa defende que decisões de grande impacto devem ser discutidas no executivo e reclama maior rigor e transparência
O PSD/Lagoa manifestou esta sexta-feira, 20 de fevereiro, a sua posição crítica face à autorização de despesa, no valor de 748.196 euros, concedida ao autarca de forma autónoma. Esta medida decorre da delegação de competências deliberada na reunião ordinária da Câmara Municipal da Lagoa, realizada a 27 de outubro de 2025.
Em comunicado enviado às redações, o líder da estrutura local, Rúben Cabral, defende que “as decisões com este impacto devem ser discutidas e avaliadas pelo executivo no seu conjunto”, sublinhando que o valor em causa é “excessivo para uma decisão individual”.
O social-democrata salienta ainda que a delegação de competências deve ser equilibrada, de modo a não retirar o controlo democrático nem concentrar excessivamente o poder. Para o PSD, a gestão dos dinheiros públicos deve ser “responsável, transparente e partilhada”.
Rúben Cabral garantiu que continuará a acompanhar todos os processos do executivo municipal, com o objetivo de “assegurar maior rigor e transparência nas tomadas de decisão que emanarem deste órgão, em prol do serviço a prestar aos lagoenses”.
O Diário da Lagoa questionou a Câmara Municipal da Lagoa solicitando esclarecimentos sobre os critérios e a fundamentação desta autorização de despesa e aguarda uma reação oficial por parte da autarquia.
PSD Lagoa justifica abstenção no Orçamento Municipal com falta de transparência e metas
Vereador Rúben Cabral justifica a decisão com a ausência de indicadores de desempenho e a manutenção da gestão direta do ginásio municipal Aquafit, que classifica como “concorrência desleal”
O vereador do PSD na Câmara Municipal da Lagoa, Rúben Cabral, justificou esta terça-feira, 23 de dezembro, a abstenção do partido na votação da proposta de Plano e Orçamento Municipal para 2026, apontando o que considera serem “fragilidades estruturais relevantes” nos documentos e a ausência de metas quantificadas por parte da autarquia.
De acordo com o comunicado enviado às redações, a decisão reflete a falta de indicadores de desempenho e de estudos de impacto, mantendo-se, na visão do PSD, um modelo de gestão “excessivamente centralizado” que limita a autonomia das Juntas de Freguesia. Para Rúben Cabral, estas lacunas comprometem a transparência num momento de responsabilidade acrescida, devido à execução de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do PO2030.
Apesar da posição de abstenção, o PSD salienta que apresentou 20 propostas concretas para o documento, abrangendo áreas estratégicas como a educação, saúde mental, ambiente e apoio social, procurando alinhar o orçamento com o programa eleitoral apresentado aos lagoenses.
“Foi precisamente em resposta a tais fragilidades que, mantendo uma postura responsável e construtiva, nos abstivemos. Mas apresentámos 20 propostas concretas para inclusão no Plano e Orçamento, procurando reforçar áreas que o PSD considera estratégicas para o concelho, como a educação, o combate às dependências, a saúde mental, o ambiente, a economia local, a juventude, o apoio social, a mobilidade, a cultura e as finanças municipais”, realça o social-democrata.
Uma das propostas centrais da oposição passava pela concessão da exploração do ginásio municipal Aquafit à iniciativa privada. O PSD defende que a gestão direta por parte da Câmara Municipal configura uma situação de “concorrência desleal” perante o tecido empresarial local. No entanto, a proposta foi rejeitada pela maioria socialista, que optou por manter o ginásio sob alçada pública, introduzindo apenas alterações ao modelo de exploração.
O vereador critica, ainda, a recente atualização de preços no Aquafit, alegando que a medida foi adiada por conveniência política para o período pós-eleitoral, o que gerou contestação entre os utentes. Rúben Cabral reforça, por fim, que a autarquia deve concentrar-se nas suas responsabilidades fundamentais e apoiar quem investe no concelho, em vez de insistir na gestão direta de negócios que deveriam pertencer ao setor privado.
O principal que se exige aos políticos de hoje é a coragem de falar a verdade aos seus eleitores
Rúben Cabral Candidato pelo PSD a Presidente da Câmara Municipal de Lagoa Autárquicas 2025
Existem muitas coisas boas na Lagoa e existem também muitos aspectos a precisarem da nossa atenção para deixarem de ser problemas e obstáculos ao nosso desenvolvimento comunitário. Um dos aspectos que neste momento é um sério obstáculo ao desenvolvimento integral da Lagoa é o mito de que é indiferente qual a visão ideológica ou partidária que está ao leme dos destinos do concelho.
Essa ideia de que o que importa são só as pessoas e que até quase podíamos dispensar as eleições e selecionar funcionários políticos para os lugares a preencher é uma ideia que está a minar as possibilidades de desenvolvimento coletivo e que serve exclusivamente o interesse de perpetuar no poder pelo poder um grupo de pessoas que vive desse poder e para esse poder.
Esta visão redutora criou raízes e permite que seja hoje possível existirem candidatos que fazem a sua campanha já a exercerem as funções para as quais se estão a candidatar e usando os recursos da câmara municipal para o efeito. O paradoxo é de tal ordem que já não apresentam a sufrágio sequer um programa eleitoral, mas as obras lançadas dias antes das eleições. Aquelas mesmas obras que não foram realizadas em quase quarenta anos e que eram impossíveis de fazer nos últimos quatro por culpa do governo…
Eu sou candidato a presidente da Câmara Municipal da Lagoa numa equipa que tem um projeto claro e que todos podem ler e refletir, votar a favor ou contra, e se vencedor podem escrutinar a sua execução.
Esta candidatura não nasceu de geração espontânea; esta candidatura surge após um longo período de reflexão de como devolver o concelho aos lagoenses. Exigiu muito trabalho muito estudo e muita coragem. Exigiu até, em alguns momentos a humildade de rever prioridades, posturas e mesmo protagonistas.
Um partido que quer para si o poder autárquico, que neste momento pertence a outro, não pode simplesmente apontar erros ou sugestões aqui e acolá, mas tem que ter um projeto alternativo claro e objetivo. E é isso que vai a votos nesta eleição.
Vão a votos pessoas? Claro que sim, mas vão a votos sobretudo dois projetos: um esgotado e outro com tudo para dar mais à Lagoa.
O principal que se exige aos políticos de hoje é a coragem de falar verdade aos seus eleitores. Eu, para ganhar eleições, não posso fazer desta campanha eleitoral um campo de batalha entre bons e maus. A Lagoa é devedora do trabalho dos autarcas anteriores socialistas. Eu não tenho nenhum problema em reconhecer que os socialistas tiveram em tempos um plano claro e objetivo de desenvolvimento para a Lagoa.
Agora, no presente, eu não posso compactuar com a mesma forma de fazer a gestão da autarquia como se nada tivéssemos aprendido com o passado. Muito menos me deixo impressionar com quem tem um currículo de mais de uma década na vida política ativa e ainda não conseguiu perceber que os verdadeiros problemas da Lagoa não se resolvem só com obras e que atirar dinheiro para tapar um problema não gera uma solução mas antes um ciclo vicioso.
Eu aprendi que para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve. Esta candidatura sabe para onde vai. Estes candidatos sabem para onde vão: vão para cada um dos órgãos do poder autárquico do nosso concelho trabalhar na criação de soluções para melhorar a vida dos lagoenses. E vão trabalhar com base num programa claro e objetivo cuja síntese pode ser por todos consultada on-line. São cinquenta páginas que sintetizam um programa de valorização da cidadania e de progresso integral ao serviço de todos os lagoenses.
Cada um dos candidatos é gente que trabalha ou já trabalhou e com ligações fortes à Lagoa. Gente que não depende nem quer depender da política. Gente que vai a votos com toda a humildade democrática e que exercerá as funções para que forem eleitos, sejam elas na gestão executiva ou na fiscalização na oposição, com determinação e coragem.
Esperamos que esta segurança que os eleitores podem ter nos nossos candidatos os levem a reconhecer neles o voto útil para uma mudança segura.
— O Diário da Lagoa convidou os candidatos à presidência da Câmara Municipal de Lagoa a expressarem as suas ideias aos leitores. Rúben Cabral é o candidato pelo Partido Social Democrata (PSD).
Rúben Cabral destaca pluralidade em “projeto único de renovação” para a Lagoa
PSD Lagoa apresentou, pelas mãos do mandatário Rui Vieira da Câmara, no Tribunal de Ponta Delgada, as suas listas para as próximas eleições autárquicas
O cabeça de lista do PSD/Açores à Câmara Municipal da Lagoa, Rúben Cabral, natural da freguesia de Santa Cruz, afirmou esta segunda-feira, 18 de agosto, que as listas da sua candidatura “refletem a pluralidade de pessoas que convergiram neste projeto único de renovação para o concelho”.
Segundo nota de imprensa enviada às redações pelos social-democratas, o candidato à presidência da autarquia lagoense falava aos candidatos e apoiantes do seu projeto à entrada do Tribunal de Ponta Delgada para a entrega das listas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, às eleições autárquicas de 12 de outubro.
Emanuel Ponte, 46 anos, natural da freguesia de Santa Cruz, é o cabeça de lista do PSD à Assembleia Municipal. Lurdes Rocha é candidata à Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, Carlos Resendes à Junta de Freguesia do Cabouco, Martim Trindade à Junta de Freguesia da Ribeira Chã, Paula Moniz à Junta de Freguesia de Santa Cruz e Roberto Cabral à Junta de Freguesia de Água de Pau.
Rui Vieira da Câmara é o mandatário da candidatura de Rúben Cabral e formalizou o processo “num ambiente de motivação”, acompanhado dos concorrentes e simpatizantes que manifestaram o seu apoio “ao projeto de mudança que se impõe na Lagoa”.
Segundo o cabeça de lista do PSD/Açores, “gestores, advogados, auditores, professores, estudantes, reformados, condutores, jornalistas, empresários, comerciais, engenheiros, geólogos, carpinteiros, bancários, enfermeiros, lavradores, operadores fabris, eletricistas, domésticas, pintores, auxiliares de saúde, técnicos de limpeza, farmacêuticos, mecânicos, administrativos, bombeiros, contabilistas e cuidadores sociais”, compõe o elenco aos sete órgãos a eleger nas autárquicas.
A seu ver, trata-se essencialmente de “pessoas que constroem o presente da Lagoa a cada dia, todos os dias, e que se disponibilizaram para colaborar num projeto que pretende tornar o concelho mais unido, através de uma gestão pública focada sobretudo nos lagoenses”.
PSD Lagoa mobiliza militantes para as próximas eleições autárquicas
A Comissão Política Concelhia da Lagoa do PSD Açores (CPC), na ilha de São Miguel, anunciou esta semana o início da mobilização dos seus militantes. O objetivo passou pela constituição de listas para as próximas eleições autárquicas de 12 outubro.
Em nota de imprensa, o PSD Lagoa informa que a assembleia concelhia, realizada no Cineteatro Lagoense, proporcionou “uma oportunidade para os militantes social-democratas da Lagoa se expressarem acerca do próximo sufrágio”.
Durante o encontro, foram definidos os candidatos à presidência dos órgãos executivos do concelho, nomeadamente Rúben Cabral para a Câmara Municipal, Lurdes Rocha para a Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, Carlos Resendes para a Junta de Freguesia do Cabouco, Martim Trindade para a Ribeira Chã, Paula Moniz para Santa Cruz e Roberto Cabral para a Vila de Água de Pau.
Segundo os responsáveis locais do partido, “as listas são um verdadeiro reflexo da pluralidade que existe no seio do partido”. Destacam ainda que as candidaturas “incluem muitas caras novas, militantes e independentes, homens e mulheres, jovens e mais maduros”.
A estrutura concelhia diz, também, estar satisfeita com a aceitação dos militantes quanto aos critérios usados na escolha dos candidatos. A CPC da Lagoa afirma, por isso, que a seleção “reflete pessoas focadas no bem comum e com provas de cidadania ativa nas suas freguesias”.
Por fim, a CPC da Lagoa avança que conta apresentar as listas completas em breve, durante as ações de pré-campanha eleitoral.