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Governo dos Açores lança revista ‘Açorianidade’ para divulgar ações da diáspora açoriana

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O Governo dos Açores, por meio da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, lançou na segunda-feira, 26 de maio, a revista “Açorianidade”. Com 232 páginas e periodicidade semestral, é publicada em português e inglês, em edição impressa e digital, com a tarefa de fortalecer os “laços entre a Região e as suas comunidades, promovendo a partilha de ações e iniciativas que enriquecem a relação entre o arquipélago e a sua diáspora”.

O evento foi realizado no Palácio da Conceição, por ocasião da cerimónia de receção “a emigrantes representativos presentes nas Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres”, que foi oferecida pelo presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro.

Durante a sessão inaugural, houve pronunciamentos dos oradores nos sete painéis do encontro, que constituem a base editorial da edição inaugural da “Açorianidade”. O primeiro número é dedicado ao primeiro Colóquio Internacional “Pensar a Diáspora” realizado nos dias 20 e 21 de março, no Coliseu Micaelense.

Organizado pela Direção Regional das Comunidades, responsável pela criação da revista, o evento reuniu diversas personalidades representativas de várias áreas de especialização da sociedade açoriana, provenientes das Bermudas, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América e Uruguai.

Na primeira edição da revista, há uma “mensagem institucional” de Bolieiro e um prefácio escrito pelo secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão. Também foram apresentadas contribuições do presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Luís Garcia; do presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral; do diretor Regional das Comunidades, José Andrade, que foram apresentadas na sessão de abertura do encontro, incluindo uma conferência inaugural proferida por Onésimo Teotónio Almeida.

Os textos nas duas línguas estão nas “comunicações apresentadas por António Cabral e Martin Medeiros (Painel Político), Lélia Nunes e Maria João Maciel Jorge (Painel Cultural), Diniz Borges e José Carlos Teixeira (Painel Social), Duarte Miranda e Manuel de Medeiros (Painel Económico), Richard Ambrósio e Roberto Rodriguez (Painel Geracional), Francisco Resendes e Norberto Aguiar (Painel Comunicacional), Francisco Viveiros, Régis Marques Gomes, David Pimentel, Paulo Jorge Cabral e Manuela Meneses (Painel Institucional)”.

«Revista Ofélia» apresentada na biblioteca da Lagoa na próxima sexta-feira

© CM LAGOA

A «Revista Ofélia: A Nova Voz dos Jovens Poetas Portugueses com tertúlia», vai ser apresentada na Biblioteca Municipal Tomaz Borba Viveira, no próximo dia 18 de outubro, pelas 18h30, com a presença da coordenadora da revista, Simone de Carvalho Martins. A apresentação vai estar a cargo do escritor Pedro Paulo Câmara.

Trata-se de um evento organizado pelo escritor lagoense Júlio Tavares Oliveira, com o apoio da câmara municipal da Lagoa, com o objetivo de divulgar a revista Ofélia, os jovens poetas, a poesia nacional e os seus principais talentos na revista em questão.

Simone Martins nasceu em Almada em 1998. Tirou licenciatura em «Literatura Inglesa e Filosofia», pela Universidade de Hertfordshire, Inglaterra e mestrado em «Edição de Texto», pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa. É uma apaixonada pelos livros, pela palavra, pela comunicação, pela poesia, pelo desenvolvimento e pela complexidade humana. Trabalhou com crianças desde os 19 anos e, aos 26 anos, decidiu dedicar-se, totalmente, ao seu projeto «Ofélia em Poesia», que de sonho passou a realidade, com o propósito de dar voz acessível aos poetas e publicar os mesmos.

A «Revista Ofélia» tornou-se uma editora poética, estando presente no mundo digital e dando voz em podcast a vários poetas semanalmente. Tornou-se lugar de eventos poéticos e vivenciais de poesia, procurando sempre abrir espaço às novas formas de sentir poesia e desenvolver a mesma. Foi ainda transformado num projeto levado às crianças e aos mais jovens, através de oficinas de poesia.