
Tem 39 anos e é natural de Lisboa. Aos 10, começou a jogar no Sporting e desde então esteve sempre ligado ao futebol. Diz que cresceu “entre pratos” porque sempre esteve ligado ao mundo da restauração tendo sido através dele que veio para os Açores, há 13 anos.
DL: Como é que chega ao Operário?
Quando fico com a Traineira [que vendeu há dois anos].O Operário estava no campeonato nacional de séniores. Tinha jogadores muito bons, havia alguma dinâmica e força e a mim interessava-me que eles frequentassem o restaurante. Entretanto com a amizade que foi criada com o senhor Gilberto Branquinho, começou por aí.
DL: Quais são os principais desafios do clube?
Conseguirmos estruturar e organizar o clube. Depois de o fazermos à nossa maneira, passa obviamente por criarmos uma formação muito forte, como este clube já teve…
DL: Refere-se às camadas jovens? Recuperá-las?
Todas....
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