
São jovens em terra de ninguém. Que sobrevivem em contextos complexos e que estão marcados pela falta de ambições. Quando perfazem os 18 anos, acabam as obrigações legais, como a escolaridade obrigatória. O que não termina são as dificuldades. Esquecidos pelo Estado e excluídos das estatísticas, são resgatados pelo projeto Terra Jovem, da Associação de Promoção de Públicos Jovens (APPJ), uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Um projeto que abrange atualmente cerca de 30 pessoas e que procura promover a empregabilidade de jovens em situação vulnerável. Um projeto que depois de tocar na zona sudoeste da ilha de São Miguel (Mosteiros, Sete Cidades, Candelária, Ginetes, Feteiras) vai chegar agora à freguesia de Água do Pau, Lagoa.
“Sentimos que há uma grande lacuna em termos de respostas para...
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