A Associação Filhos da Terra (AFT), em parceria com a Câmara Municipal de Lagoa, organizaram nos dias 16 e 17 de julho, a primeira edição do Festival dos Inhameiros, na Freguesia da Ribeira Chã, concelho de Lagoa.
Com o intuito de promover a gastronomia local, com os saborosos inhames da Ribeira Chã, mas principalmente com o objetivo de reparar a torre sineira da Igreja de São José, sendo que todos os fundos angariados durante o Festival serão revertidos nesse sentido.
Segundo o Presidente da Associação Sociocultural e de Desenvolvimento Local – Filhos da Terra, José Pacheco, o balanço não podia ser “mais positivo” tendo tido sempre “casa cheia”.
“Para uma primeira edição está a superar todas as nossas espetativas e assim é bom. É sinal que podemos avançar para o ano e podemos melhorar alguns aspetos menos funcionais, mudar outros, criar inovações”, salientou José Pacheco ao Jornal Diário da Lagoa.
Assim sendo, este primeiro ano, foi o ano de observação, para se perceber se o Festival “funcionaria ou não” e claramente será um Festival para continuar no ano seguinte.
A data coincide com o aniversario da grupo acústico Filhos da Terra que, no “fundo, é a semente de tudo isto” pois daí surgiu a criação da AFT. A única coisa que foi alterada a meio da organização do evento, foi o facto da angariação dos fundos ser a favor da reparação da torre sineira e não para a Associação. E assim, todos os anos, os fundos angariados pelo Festival dos Inhameiros terão o propósito de ser “a favor da terra”.
Seja para o desporto, para a cultura, para o social ou para o património, os fundos angariados serão para contribuir para “o que faz falta na nossa terra ou o que faz falta reparar”.
Para José Pacheco, “mais importante do que o dinheiro são as pessoas e o objetivo destes eventos é de unir a comunidade que já tem um passado histórico de união”.
Dando assim uma continuidade à obra e à visão que o Pe. João Caetano Flores teve “em relação àquilo que podia ser a Ribeira Chã”, a lógica que a Associação Filhos da Terra, pretende continuar é uma visão do presente virada para o futuro e não para o passado.
Finalmente, o propósito e principal objetivo do presidente da AFT é de transmitir o saber às gerações mais novas, para “eles aprenderem” e depois poderem dar “continuidade”.
DL/AS
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