A AOMA – Associação Operadores de Mergulho Açores diz ter preocupação com o estado “delapidado” dos recursos marinhos da Região, e com urgente necessidade de implementação de áreas marinhas protegidas e recifes artificiais.
Considerando o recente reconhecimento dos Açores com o galardão internacional de 3º Melhor Destino
de Mergulho do Mundo e a decisão recente do Governo Regional para iniciar o processo de certificação dos Açores como Destino Turístico Sustentável, a AOMA manifesta ainda, numa nota enviada às redações, o interesse em tornar-se parceiro ativo, de primeira linha, no processo de acreditação do destino Açores como destino sustentável, não esquecendo os recursos marinhos.
Recorda a AOMA que, à semelhança do passado com a criação do departamento de mergulho profissional, foram formalizados dois novos departamentos, concertamento observação turística de cetáceos, vulgo whale watching e o iatismo, a fim de encontrarem soluções que permitam o desenvolvimento, a consolidação e valorização destas actividades.
A associação manifesta igualmente preocupação com as acessibilidades deficitárias, marítimas e aéreas atuais, que dificultam e prejudicam a movimentação dos turistas entre ilhas, e que impossibilitam a criação de pacotes de férias a preços competitivos, e restringem o crescimento económico das restantes Ilhass, assim como preocupações com o atual estado de abandono, dos Parques Arqueológicos Subaquáticos dos Açores, que não permitem aos operadores oferecerem uma experiência e visitação de qualidade.
Em comunicado, a AOMA manifesta a necessidade urgente da revisão do RAMTA que dê resposta às necessidades atuais.
DL/AOMA
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