
O Dia Mundial do Leite foi assinalado na passada segunda-feira, 1 de junho, nos Açores, com um foco no reconhecimento do impacto socioeconómico da fileira do leite na Região Autónoma. Conforme nota de imprensa enviada pela Federação Agrícola dos Açores à nossa redação, a data serviu de mote para evocar o papel dos produtores locais e das respetivas famílias que operam de forma contínua no arquipélago, sendo responsáveis pelo abastecimento de um produto com expressão comercial e reputação consolidada dentro e fora do mercado regional.
A estrutura representativa do setor agrícola aproveitou a data para frisar a capacidade de adaptação demonstrada pelos profissionais face às atuais condicionantes do setor, nomeadamente o aumento progressivo dos custos de produção e as exigências crescentes de competitividade impostas pelos mercados globalizados. A tutela associativa sublinha a importância de valorizar a dedicação e o profissionalismo dos agricultores açorianos como pilares indispensáveis para a manutenção do tecido social e económico das zonas rurais do arquipélago.
No documento emitido, a Federação Agrícola dos Açores reafirmou o seu posicionamento na defesa de um setor leiteiro que se pretenda forte, sustentável e devidamente valorizado na cadeia de valor. A organização, liderada por Jorge Rita, aponta a criação de condições de rentabilidade como o fator decisivo para assegurar a fixação e o relevo geracional na agricultura, promovendo a sustentabilidade a longo prazo de uma das principais valências económicas da região.
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