
O Diretor Regional da Agricultura salientou que a estratégia para o setor do leite tem sido e continuará sempre a ser definida em total articulação e proximidade com a produção e a indústria, lamentando os ataques políticos que prejudicam o setor e a fileira, em vez de uma contribuição com propostas e soluções exequíveis.
José Élio Ventura, que reagia a criticas da oposição, considerou que é nos momentos de maiores desafios que se avalia a dimensão política e a capacidade mobilizadora de quem tem responsabilidade política na Região, em vez da crítica fácil, aparente ausência de pensamento e falta de propostas estratégicas para o setor que é manifestada permanentemente por aquele partido.
Para José Élio Ventura, é essencial que se perpetue o diálogo e a articulação de posições entre a produção, a indústria e a comercialização, de modo que o setor leiteiro nos Açores fique mais forte e mais capaz de enfrentar os desafios.
Relativamente aos investimentos já realizados, quer pela produção, quer pela indústria nos Açores, o Diretor Regional da Agricultura referiu que se trata de projetos fundamentais para qualificar e modernizar os agentes do setor leiteiro, condições sem as quais não seria possível estarem preparados para competir com outros pares, exportarem para países terceiros, enfrentarem novos desafios e serem rentáveis.
O Diretor Regional rejeitou que o Executivo aprove os investimentos “que quer” e “como quer”, frisando que, num Estado de Direito, todos estão obrigados a regras, quer se trate ou não de fundos comunitários.
José Élio Ventura esclareceu ainda que o Governo Regional não subsidia o litro de leite, existindo apenas ajudas à produção, à semelhança do que acontece noutras Regiões Ultraperiféricas e em todos os países da União Europeia.
DL/Gacs
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