A IV edição do Festival da Malassada, na Ribeira Chã, na Lagoa, superou todas as espetativas e a multidão encheu o Centro Comunitário Padre João Caetano Flores.
O Festival decorreu este fim-de-semana, dias 18 e 19 de fevereiro, sendo que, de ano para ano, tem vindo a crescer e a tornar-se num verdadeiro sucesso.
“Superou todas as espetativas. Este ano é um mar de gente. Não conseguimos ter tantas mãos para fazer as malassadas”, afirmou a Presidente de Junta de Freguesia da Ribeira Chã, Vitória Couto.
No sábado, no primeiro dia de festival, foram vendidas mais de 3000 malassadas, tendo sido necessários cerca de 80 quilos de farinha. Já no domingo, mais de 120 quilos de farinha foram utilizados para satisfazer todos os pedidos da população.
“Foi o melhor sábado que nós tivemos nos últimos quatro anos e hoje é o melhor domingo de sempre. Infelizmente, não conseguimos ter as malassadas prontas na hora, por ser muita gente”, justificou Vitória Couto.
Para a Presidente de Junta de Freguesia da Ribeira Chã, o Festival da Malassada é um verdadeiro orgulho, principalmente pelo trabalho meritório de todas as pessoas envolvidas no projeto: 25 ajudantes, todos naturais da Ribeira Chã. Este fenómeno de sucesso explica-se pela qualidade das malassadas, todas elas artesanais e tradicionais, sempre com o chá de poejo e os grupos locais a acompanhar a festa.
“Quem veio no primeiro ano tem vindo sempre, divulgam com os seus amigos e familiares. Levam para casa as malassadas para saborearem e depois querem vir ver como é a festa”, explicou a autarca.
Por outro lado, Vitória Couto lamentou o tempo de espera, mas explicou ao Jornal Diário da Lagoa que não seria viável contratar mais pessoas para ajudar durante o Festival, principalmente por não querer perder na qualidade das malassadas. Acontece que as mesmas são cozinhadas por pessoas com “grande sabedoria” e por três gerações diferentes, confirmando-se que esses “três ingredientes combinados com amor têm tudo para dar certo”.
DL/AS
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