
O salão nobre do convento de Santo António, em Santa Cruz, foi o local escolhido para a realização da primeira Assembleia Municipal Jovem da Lagoa que decorreu no passado dia 24 de novembro, anunciou a autarquia da Lagoa.
A iniciativa da responsabilidade da Assembleia Municipal da Lagoa teve como objetivo promover uma participação de cidadania por parte dos jovens inseridos nas escolas do concelho.
Na ocasião, o presidente da Assembleia Municipal da Lagoa, Rodrigo Oliveira, enalteceu a iniciativa e garantiu que será dada continuidade à iniciativa.
Segundo a autarquia lagoense, durante o presente ano foram auscultados cerca de 250 jovens do sétimo e décimo anos de escolaridade dos estabelecimentos de ensino lagoenses, através de 14 sessões de preparação desenvolvidas pelo do gabinete de juventude da câmara municipal da Lagoa. A autarquia avança que ao longo dos próximos anos a iniciativa será alargada aos outros níveis de ensino para dar a oportunidade de participação a todos os jovens estudantes da Lagoa desde os 12 aos 18 anos, até 2024.
Nesta primeira edição, estiveram presentes 21 jovens, representando as turmas do sétimo e décimo ano da Escola Secundária de Lagoa, INETESE e Escola Básica e Integrada de Água de Pau. Para além dos jovens, estiveram ainda presentes cerca de 40 pessoas, entre pais, professores coordenadores e representantes dos conselhos executivos das escolas do concelho.
Em comunicado, a autarquia salienta que esta foi “uma oportunidade de debate de diversos temas que preocupam os jovens”. E explica que foram debatidos dois temas de cariz obrigatório, nomeadamente a questão das dependências, bem como as atividades e ocupação de tempos livres, tendo os restantes temas abordado questões relacionadas com o ambiente, saúde e transportes.
A Assembleia Municipal Jovem pretende dar espaço à reflexão e debate sobre temas direcionados aos jovens, “valorizando as suas opiniões, interesses e vontades, possibilitando a exposição das suas ideias, a partilha das suas preocupações e o encontro de soluções comuns”, realça a autarquia.
A Assembleia pretende também incentivar o diálogo entre os jovens e os membros da mesma, na procura das melhores soluções para as necessidades, tendo em conta os recursos disponíveis; contribuir para a educação cívica, permitindo aos jovens integrar as suas preocupações pessoais com o bem comum; desenvolver junto dos jovens atitudes, competências e práticas de participação no presente e para o futuro, a fim de compreenderem a complexidade dos problemas, contribuindo construtivamente para a sua resolução; para além de promover a cidadania ativa junto dos jovens.
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