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Prevenção e promoção da saúde deve chegar à comunidade imigrante

A Diretora Regional de Prevenção e Combate às Dependências defendeu a necessidade da realização de um levantamento das patologias e situações de dependência junto da comunidade imigrante nos Açores.

“É preciso não estigmatizar os diferentes povos e culturas que decidem residir na Região. Estamos perante cidadãos de pleno direito, com acesso a cuidados de saúde e a medidas de prevenção”, afirmou Suzete Frias, que falava à margem de um encontro com a Associação de Imigrantes nos Açores (AIPA) e a Cooperativa Regional de Economia Solidária (CRESAÇOR).

O trabalho em conjunto pretende identificar eventuais constrangimentos no acesso aos serviços de saúde, devido a aspetos identitários e culturais, bem como apresentar soluções.

Deste primeiro encontro com a AIPA e a CRESAÇOR, saiu a intenção de criar uma campanha de informação e educação para a saúde destinada a imigrantes.

Esta ação de sensibilização, levado a cabo pelas entidades de apoio aos imigrantes, terá por suporte folhetos, em diferentes idiomas, a distribuir pelos aeroportos e Serviços de Estrangeiros e Fronteiras.

No âmbito da prevenção, a Direção Regional salientou a importância da formação dos profissionais de saúde sobre questões culturais e identitárias inerentes à imigração.

DL/Gacs

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