
O serviço de Educação e Cultura da câmara da Lagoa, encontra-se a desenvolver o projeto «Avós-Pais-Netos», anunciou esta terça-feira, 7 de março, a autarquia lagoense.
De acordo com comunicado, o projeto tem como principal objetivo promover a saúde, o bem-estar, a componente cognitiva e estabelecer encontros intergeracionais entre a população infantil e sénior do concelho da Lagoa.
Desenvolvido através de várias edições, com vista a trabalhar com públicos de várias freguesias, cada edição conta com oito sessões, onde são realizadas dinâmicas intergeracionais entre os utentes das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e as crianças do Centro de Atividades e Tempos Livres – O Borbas. Cada sessão integra três fases, sendo a fase inicial composta por dinâmicas de promoção à interação; a segunda fase os participantes assumem a condição de dinamizadores e a terceira fase conta com a inclusão de exercícios de respiração e relaxamento.
Segundo a câmara da Lagoa, «Avós-Pais-Netos» procura oferecer “um programa adaptável às diferentes necessidades da população-alvo”. A autarquia avança, ainda, que brevemente vai dar início à segunda edição, tendo a primeira decorrido, durante os meses de janeiro e fevereiro, na Santa Casa da Misericórdia. A próxima terá lugar, nos meses de março e abril, no centro de convívio de idosos da vila de Água de Pau, e, por último, nos meses de maio e junho, no Centro Social Cultural de São Pedro.

A vereadora da Educação e Cultura da autarquia da Lagoa, Albertina Oliveira, marcou presença no encerramento da primeira fase do projeto, que teve lugar no Lar de Idosos de Santo António da Santa Casa da Misericórdia da Lagoa e salientou que, “este projeto surgiu após a criação do Perfil Local de Saúde, onde foram detetadas diversas necessidades em termos de saúde mental, principalmente na população mais idosa, com situações de solidão e isolamento”.
A iniciativa tem como objetivo proporcionar a proximidade entre as diferentes gerações, o intercâmbio de conhecimentos, a estimulação da componente cognitiva e, ao mesmo tempo, o combate ao isolamento.
“Queremos, desta forma, estimular o envelhecimento ativo da sociedade e proporcionar qualidade de vida e bem-estar aos lagoenses”, explicou a vereadora.
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