
A Ribeira Grande registou uma evolução positiva ao nível da recolha seletiva de resíduos em 2019, aumentando 4% em comparação com 2018, segundo dados divulgados pela MUSAMI – Operações Municipais do Ambiente.
O presidente da Câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, enfatiza os números revelados pela MUSAMI e considera que a evolução positiva “deve-se, em parte, às campanhas de sensibilização ambiental que a autarquia tem vindo a desenvolver”, elogiando também o papel dos munícipes.
“Cada vez mais as pessoas têm a preocupação de separar o lixo de forma seletiva, opção que traz evidentes ganhos para o meio ambiente”, disse, reconhecendo igualmente que “a mensagem tem passado e nota-se uma crescente vontade das pessoas em separar o seu lixo.”
E é a pensar no que ainda pode ser feito que a autarquia está a planear avançar com uma experiência piloto no decorrer deste ano. “Queremos avançar com a recolha de orgânicos, abrangendo assim mais uma variante do lixo doméstico”, avançou Alexandre Gaudêncio.
A intenção passa por recolher porta-a-porta o lixo orgânico e encaminhá-lo para compostagem, servindo posteriormente de fertilizante. O autarca recordou que a Câmara da Ribeira Grande “já implementou esta iniciativa em algumas freguesias, a título experimental, e também nas escolas com cantinas.”
DL/CMRG
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