A administração da Sinaga rejeita uma eventual suspensão da venda da antiga fábrica do álcool, na Lagoa.
Segundo adiantou o presidente do conselho de administração da empresa pública, depois de ser ouvido na Comissão de Economia do parlamento açoriano, “para a Sinaga não seria o melhor caminho suspender a venda, mas o Governo Regional, que representa os açorianos, como proprietário da empresa, terá a sua última palavra”.
Paulo Neves declarou que a administração da empresa entende que “a melhor solução é tentar vender o ativo o mais rapidamente possível”, adiantando que o imóvel foi colocado à venda em setembro de 2016 por 3,5 milhões de euros.
Recorde-se que a comissão reuniu para audições no âmbito do projeto de resolução do PSD que preconiza a suspensão, por três anos, da venda das instalações da antiga fábrica do álcool da Lagoa, para que o município, com o Governo Regional, possa encontrar uma solução viável para aquele espaço.
Também ouvida na comissão, a presidente da Câmara da Lagoa recordou que a autarquia vai avançar com um novo processo de classificação que integrará não apenas à chaminé, mas também outros elementos do imóvel, como é o caso da zona dos tanques de armazenamento de álcool.
DL
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