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Interpelação parlamentar teve “finalidade inconfessável” de instrumentalizar a SATA

Vasco Cordeiro ALRAA debate interpelação SATA PPM

O Presidente do Governo dos Açores afirmou que a interpelação promovida pela oposição na Assembleia Legislativa sobre a SATA teve a “finalidade inconfessável” de tentar utilizar este grupo de transporte aéreo como “arma de arremesso político” contra o Executivo Regional.

Neste debate parlamentar sobre a companhia aérea, o Presidente do Governo assegurou aos deputados regionais que o anterior Presidente da SATA, Luís Parreirão, não foi demitido pelo Executivo, tendo sim apresentado o pedido de dispensa das suas funções por ter recebido um convite profissional de uma empresa privada.

Para Vasco Cordeiro, este debate provou, assim, que alguma oposição caiu na “flagrante contradição” de querer antecipar os resultados da Comissão Parlamentar de Inquérito, uma estratégia para qual “não pode contar com este Governo”.

Vasco Cordeiro salientou ainda que Paulo Menezes, indicado para Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, “tem todas as condições profissionais e de competência para conduzir este grupo no futuro que aí está”.

DL/Gacs

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