Tem lugar no próximo dia 4 de agosto, pelas 17h30, na Casa da Cultura Carlos César, na freguesia de Santa Cruz, a apresentação pública do Mercado Municipal de Lagoa.
A Câmara Municipal de Lagoa vai avançar, assim, com o projeto de construção de um mercado municipal de forma a dotar o concelho com este importante equipamento público
Segundo a autarquia, o mercado irá localizar-se a norte da cidade da Lagoa entre vários eixos que proporcionam um fácil acesso ao local. Eixo via rápida Ponta Delgada – Vila Franca, eixo via rápida Ribeira Grande– Lagoa e eixo estrada regional Ponta Delgada – Lagoa.
Terá um carácter mais atual, um espaço único, não só de mercado propriamente dito, mas também de convívio, com uma grande oferta cultural e de lazer, constituído um polo comercial e cultural com uma programação variada que irá contemplar eventos, concertos, workshops,, etc.
As intenções do mercado passaram por promover a economia (comércio e venda de produtos e gastronomia da região), meio ambiente (relação com os espaços naturais) e por último a sociedade (espaços de encontro, convívio, socialização e espaços culturais).
O edifício terá uma área de implantação de 1800m2, subdividido em dois pisos e um mezanino, com as seguintes áreas, piso 0 (mercado de frescos) 1191.30m2, piso 1 (zona de restauração e lojas variadas) 1800.00m2, mezanino 567.60m2).
Para a Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Cristina Calisto Decq Mota, “a construção de um Mercado Municipal no concelho vem constituir um grande estímulo comercial que beneficiará produtores e comerciantes lagoenses que poderão colocar à venda os seus produtos, bem como, permitirá uma maior promoção dos produtos que são produzidos ou confecionados na Lagoa.”
O estudo prévio deste projeto será apresentado no próximo dia 4 de agosto, prevendo-se que a sua construção seja financiada pelos fundos comunitários do novo quadro financeiro de apoio.
O novo espaço a contruir terá elementos arquitetónicos da paisagem lagoense que fazem parte da identidade deste território e com os quais os lagoenses se identificam. É o caso da fábrica do álcool, estufas de ananases e os secadores de tabaco.
DL/CML
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