A Cidade de Lagoa recebeu, recentemente, a IV Peregrinação Diocesana dos Acólitos, mais precisamente na freguesia de Santa Cruz, que recebeu duas centenas de acólitos.
Para Dom João Lavrador, bispo de Angra, estes encontros trazem sempre muita alegria e sobretudo “muita esperança porque sendo acólitos, sendo adolescentes jovens, mostra-nos que afinal a partir do altar onde se celebra a Eucaristia, podem despontar daqui algumas vocações sacerdotais, religiosas. E depois também eles reconhecerem que a vocação matrimonial é uma vocação, e é realmente um caminho próprio que Jesus Cristo nos chama”.
Por outro lado, esses convívios também servem para unir as pessoas e sentir que “somos uma diocese toda uma, em comunhão uns com os outros” e por isso a importância de várias ilhas terem estado representadas nesta Peregrinação Diocesana.
O primeiro objetivo, era o número de pessoas a reunir na Peregrinação Diocesana dos Acólitos, que foi claramente superado. O segundo propósito foi a dimensão Diocesana do encontro, encontro este que começou há quatro anos, na Ilha do Pico, sendo que este ano sete Ilhas Açorianas estiveram representadas no evento.
“Atingimos o segundo objetivo que era que a Peregrinação vivesse uma dimensão Diocesana como tem hoje, uma expressão Diocesana. Nós somos uma diocese especial, atendendo que temos descontinuidade territorial, o que para nós é muitas vezes difícil fazer, programar e realizar certos encontros diocesanos. Neste caso, realmente tivemos a alegria de ter um encontro com uma forte expressão diocesana”, salientou Pe. Marco Luciano Diretor Diocesano do Serviço da Liturgia e Responsável da Peregrinação.
Passando de apenas 60 peregrinos na I edição, para duas centenas na IV, a Peregrinação Diocesana só poderia ter continuidade para o ano e assim a próxima será realizada na Ilha das Flores, para criar uma “sensibilização” para o serviço da Liturgia.
(…)
DL/AS
(Leia a reportagem completa na edição impressa de setembro de 2016)
Os leitores são a força do jornalismo livre.
Subscreva e apoie. Ao valorizar o nosso trabalho, viabiliza um jornalismo independente e de proximidade. Só assim levamos até si as notícias que contam.
Deixe uma resposta