Segundo o Diretor Regional do Ambiente o Plano Regional para as Alterações Climáticas (PRAC) deverá ser aprovado até ao final de 2017, sendo uma ferramenta fundamental para o planeamento e intervenção ao nível do território, no que respeita à mitigação das emissões e às necessidades de adaptação às mudanças climáticas.
Hernâni Jorge, que falava no âmbito de uma reunião do grupo de trabalho de acompanhamento do processo de elaboração do PRAC, referiu que o plano abarca essas duas grandes vertentes “na da mitigação, a Região passará a dispor de um instrumento de avaliação das suas emissões, através de um inventário anual das fontes de emissão e dos sumidouros de gases com efeito de estufa, bem como estratégias e medidas com vista à sua redução” e, por outro lado, “um programa de adaptação às alterações climáticas, sendo esta uma matéria absolutamente urgente para um território arquipelágico como os Açores”.
O Diretor Regional salientou ainda que as preocupações são “crescentes”, uma vez que os “efeitos já se fazem sentir”, e lamentou a falta de consenso e empenho das duas maiores economias do mundo – EUA e China.
A proposta do Plano Regional para as Alterações Climáticas será entregue no início de julho, seguindo-se um processo de consulta pública nos termos legais, entre agosto e setembro deste ano.
DL/Gacs
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