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Projeto “Biblioteca na rua” volta à praça de Nossa Senhora do Rosário na Lagoa

© CML
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A partir do próximo dia 22 de junho, o projeto “Biblioteca na Rua”, voltará a estar presente na praça de Nossa Senhora do Rosário, na freguesia do Rosário, anunciou a autarquia lagoense esta sexta-feira. 

A biblioteca móvel estará disponível às terças e quintas-feiras, entre as 16h00 e as 17h30, na praça de Nossa Senhora do Rosário, havendo a possibilidade da mesma passar a percorrer outras freguesias, caso se verifique uma tendência decrescente dos casos ativos de covid-19 no concelho.

O projeto “Biblioteca na Rua” consiste na articulação dos planos de atividades da Biblioteca Municipal e escolares e, na criação de uma biblioteca móvel, instalada num veículo adaptado para o efeito, que leva os livros a todos os lagoenses.

De acordo com a autarquia, a iniciativa pretende investir e contribuir positivamente para a educação e para a formação pessoal e social da população, dotando-a de conhecimentos e aptidões e, simultaneamente fortalecendo, a relação entre a instituição e a comunidade, através da criação de oportunidades de leitura de fruição, fora dos lugares habituais.

“O projeto “Biblioteca Porta a Porta” continuará disponível, uma vez que permite que os munícipes mais idosos ou pertencentes a um grupo de risco, possam fazer as suas requisições de forma segura, recebendo os livros em sua casa, os quais estão sujeitos a um período de quarentena, sendo entregues devidamente acondicionados”, é dito na nota de imprensa enviada à redação. 

Todos os lagoenses com mais de 65 anos podem, através do contacto telefónico 296 912 510, ou via e-mail para biblioteca@lagoa-acores.pt, requisitar até três livros, que serão reservados, entregues e recolhidos no domicílio de quem estiver interessado.

“A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira desempenha um importante papel na difusão do conhecimento, reunindo, conservando e divulgando o património documental. Afirma-se, também, e através da realização de várias atividades, iniciativas e projetos, como espaço de educação não formal centrado nas pessoas, através da promoção e  democratização do acesso ao conhecimento e à informação, por forma a diminuir a clivagem entre a cultura institucional e a cultura da comunidade”, conclui a nota .

DL

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