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Pedro Pauleta homenageado com nova designação de rua em São Roque

José Manuel Bolieiro realçou o gesto como um “justo reconhecimento” ao mérito do antigo futebolista que levou longe o nome dos Açores

© MIGUEL MACHADO/GRA

Na freguesia de São Roque, concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, decorreu este sábado, 8 de março, a cerimónia de alteração da toponímia da Variante de São Roque, que passa agora a chamar-se Rua Pedro Pauleta.

O presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, acompanhado pela secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, presidiu à homenagem a Pedro Pauleta.

O líder do executivo açoriano destacou este gesto como um “justo reconhecimento” ao mérito do antigo futebolista açoriano, cuja carreira levou longe o nome dos Açores.

José Manuel Bolieiro sublinhou a importância de homenagear figuras que, com o seu talento e caráter, contribuem para o prestígio da região.

“Pedro Pauleta é um ilustre açoriano que muito honra a freguesia, o seu povo e os Açores inteiros”, afirmou José Manuel Bolieiro, enquanto confessou ser “fã do desportista e do cidadão Pedro Pauleta, uma pessoa que engrandece os Açores no mundo”.

O governante destacou a humildade, atitude positiva e contributo do ex-jogador para a sociedade.

Pedro Pauleta agradeceu a distinção, expressando a sua gratidão pela homenagem simbólica na terra que o viu nascer.

“É um orgulho enorme ver o meu nome nesta rua, aqui em São Roque, onde cresci e onde tenho as minhas raízes”, afirmou.

O ex-jogador recordou com carinho a sua infância na freguesia e salientou que, apesar da projeção internacional da sua carreira, os Açores foram sempre o seu ponto de referência.

“Os Açores fazem parte de mim e estarão sempre no meu coração”, disse, comovido.

Segundo nota de imprensa enviada às redações peço governo açoriano, a homenagem agora concretizada “cumpre o compromisso assumido pelo Governo regional aquando da inauguração da variante, em fevereiro de 2022, e reforça a ligação de Pedro Pauleta à sua terra natal, perpetuando o seu nome num espaço público da freguesia”.

Ao longo da sua carreira, Pauleta destacou-se em clubes como o Bordéus e o Paris Saint-Germain, onde se tornou um ícone, e foi durante anos o melhor marcador da Seleção Nacional, sendo ainda hoje o segundo melhor de sempre.

Na cerimónia estiveram também presentes o vice-presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Furtado; o diretor regional das Obras Públicas, Pedro Azevedo; a presidente da Junta de Freguesia de São Roque, Lúcia Rego; o ex-presidente da Junta de Freguesia de São Roque, Pedro Moura; assim como o próprio Pedro Pauleta, acompanhado por familiares e amigos.

Autarquia da Lagoa homenageia Numídico Bessone

© CM LAGOA

A Câmara Municipal da Lagoa (CML) atribuiu o nome de Numídico Bessone à sala que tem acolhido diversas exposições no Convento de Santo António.  Na cerimónia, que ocorreu no dia 15 de fevereiro, marcou presença a vereadora da autarquia, Albertina Oliveira, e a neta do escultor, Catarina Amorim da Costa Macedo, segundo nota enviada pela CML.

Esta é uma forma de a autarquia homenagear um artista lagoense que se destacou como escultor e medalhista, lê-se. A homenagem é feita no ano em que se assinala o 40.º aniversário da sua morte, e com a atribuição do seu nome a uma sala que tem acolhido exposições de artistas de referência como Raposo de França, Tomaz Vieira, Urbano, Maria José Cavaco, Carlos Carreiro, Victor Almeida, Nina Medeiros, Filipe Franco, Paulo Damião, Paulo Monteiro, Catarina Branco, Alberto Plácido, Pedro Canto Brum, entre muitos outros. 

Numídico Bessone Borges de Medeiros Amorim, mais conhecido por Numídico Bessone, nasceu na freguesia de Santa Cruz, Lagoa, a 18 de agosto de 1913 e faleceu, em Lisboa, em 1985. Estudou escultura, na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, e pintura, na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Na Academia de Belas Artes de Roma, concluiu o curso de escultura como bolseiro do Instituto de Alta Cultura, em 1946/49, e especializou-se em medalhística, na Escola de Arte de Medalha, em Roma, em 1950/51. Participou em várias exposições de arte, nacionais e estrangeiras, estando representado no Museu Nacional de Arte Contemporânea (Lisboa), no Museu Carlos Machado, Museu de José Malhoa (Caldas da Rainha), e em diversas galerias.

Foi distinguido com o Prémio Nacional de Belas Artes de Lisboa. Pertenceu ao Centro de Estudos de Arte e Museologia do Instituto de Alta Cultura, à Associazione Artistica Internazionale e à Accademia Mondiale degli Artísti e Professionisti, de Roma, e foi membro de honra da União Portuguesa do Estado da Califórnia.

É autor de diversas obras de arte pública nos Açores, mas também em Portugal continental e estrangeiro.  Para referenciar apenas algumas, cite-se a estátua de S. Miguel Arcanjo (Ponta Delgada), Gaspar Frutuoso (Ribeira Grande) e monumentos em homenagem a Gonçalo Velho Cabral (Ponta Delgada), Pe. Sena Freitas (Ponta Delgada), Manuel de Arriaga (Horta), Ramalho Ortigão (Lisboa), Duque de Ávila e Bolama (Horta), Bento de Góis (Vila Franca do Campo) e D. Dinis e Santa Isabel (Marinha Grande). Nos bustos são exemplares as obras de Públia Hortênsia de Castro (Vila Viçosa), Aristides da Mota (Galeria dos Autonomistas do Palácio da Conceição de Ponta Delgada, Coronel Afonso Chaves (Ponta Delgada), António Borges (Ponta Delgada), Infante D. Henrique (Angra do Heroísmo) e Dr. António Maria Barbosa (Horta), enumera o mesmo comunicado.

Em 2022, o escultor foi lembrado numa iniciativa desenvolvida pelo Instituto Padre João José Tavares, no Cineteatro Lagoense, através da palestra Numídico Bessone: Um Lagoense “Esquecido”», proferida pela professora Susana Goulart Costa. Em 2005, a Câmara Municipal de Lagoa realizou uma exposição dedicada à vida e obra do autor, no edifício Paços do Concelho, relembra ainda a nota.

A atribuição do nome do ilustre lagoense, Numídico Bessone, à sala de exposições do Convento de Santo António coincidiu, propositadamente, com a inauguração da primeira exposição do ano por parte da Câmara: «Neblina do tempo» de Numídico Bessone. No evento, e por forma a estimular a frequência desse tipo de eventos em família, os mais novos possuíam uma ficha informativa e de atividades sobre o escultor, lê-se por fim, no mesmo comunicado.

José Castelo homenageado com sessão de cinema à luz das velas

© CM LAGOA

A câmara da Lagoa, através do Museu local, vai homenagear José Castelo, seguindo-se uma sessão de cinema à luz das velas, com a projeção do filme «Cinema Paraíso», no próximo sábado, 14 de dezembro, pelas 18h00. “O ambiente será acolhedor, contando com cerca de 400 velas acesas no espaço onde decorrerá a sessão”, podendo os interessados trazer a sua manta para assistir ao filme, segundo nota da autarquia.

José Castelo vai ser homenageado e reconhecido pela sua dedicação e paixão pelo cinema, durante grande parte da sua vida, e serviço gratuito cultural e no lazer que presta à comunidade. O lagoense projeta filmes, gratuitamente, há vários anos, no cine-auditório da Lira do Rosário, explica a mesma nota.

A homenagem vai ser seguida da projeção do filme «Cinema Paraíso», uma referência do cinema europeu, e que reflete os pontos em comum entre o protagonista do filme e o homenageado, como o gosto pelo cinema, lê-se.

Ao longo da sessão de cinema, para os interessados vai haver serviço educativo para crianças dos quatro aos 12 anos, enquanto os pais assistem ao filme. Os mais novos vão poder usufruir de uma oficina de pintura de bonecos de presépio, pinturas faciais e tattoos de glitter, visitas ao Núcleo Museológico do Presépio e Presépio das Histórias e outras atividades de expressão plástica. Estas atividades requerem marcação prévio, através do email do Museu de Lagoa.

No mesmo dia, os presépios e exposições patentes no convento de Santo António vão estar abertos ao público, entre as 16h00 e as 21h00. Os visitantes vão poder participar na oficina de pintura de bonecos do presépio, com a bonecreira do dia, Rafaela Cabral. Vai ser também promovido um workshop de velas artesanais por Susana Benevides (Flora Azorica), cujas inscrições já se encontram esgotadas, esclarece a autarquia, na mesma nota.

Cesteiros de Água de Pau homenageados em obra de arte pública

© HÉLDER FURTADO

Vai ser inaugurado, no próximo dia 23 de novembro, pelas 17h00, uma obra de arte pública, da autoria do artista Urbano, em homenagem aos cesteiros de Água de Pau, “como forma de valorizar uma arte identitária do concelho”, segundo nota enviada pela Câmara Municipal da Lagoa.

A inauguração está inserida nas comemorações do Dia do Poder Local, que serão assinaladas no Auditório Ferreira da Silva, na vila de Água de Pau. A abertura vai estar a cargo do Grupo de Escoteiros n. 97 de Água de Pau, seguindo-se um momento musical pela Banda Filarmónica Fraternidade Rural, com a participação de alunos da Escola Básica Integrada de Água de Pau. Dado-se depois a inauguração da obra de arte pública, pode ler-se.

Esta obra consiste num painel com a dimensão de 350 por 520 centímetros (cm), composto por 1820 azulejos, pintados por Urbano e executados na Cerâmica Vieira. De acordo com o autor o enfoque está no entrelaçamento inicial de uma peça em vime, com o recurso das mãos e dos pés. As mãos e os pés significando que esta é uma homenagem a todos os cesteiros de Água de Pau: os que se encontram entre nós; os que já partiram e os que hão de vir.

Antes da execução desta obra, o pintor teve oportunidade de privar com os cesteiros pauenses Alcídio Andrade, João Andrade e Gilberto Roias, para conhecer melhor o seu trabalho, explica a mesma nota.

Urbano (São Miguel, 1959) estudou gravura na Slade School of Fine Art, Londres, 1995/7. Em 1998 participou no Kaleidoscope Program: The Royal University College of Fine Arts, Estocolmo e Tavira Print Workshop. Em 2000, com a sua exposição individual “Os Primeiros Frutos”, inaugurou a Galeria Fonseca Macedo em Ponta Delgada, com a qual colabora. Até 2023, realizou 50 exposições individuais e participou em mais de 100 coletivas. Desde 1997, é representado pela Galeria 111, Lisboa. Em 2015, foi-lhe atribuída a “Insígnia Autonómica de Reconhecimento” pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

Esta é a primeira obra de arte pública de Urbano no concelho de Lagoa e “insere-se não só no enriquecimento do roteiro de arte pública e de intervenções artísticas no concelho, mas também num trabalho de promoção e valorização das fibras vegetais que a autarquia se encontra a desenvolver, desde o início do corrente ano, por forma a garantir a continuidade do trabalho artesanal com fibras vegetais”.

No âmbito deste projeto já promoveu um workshop de cestaria em vimes, com o artesão Alcídio Andrade, encontra-se em desenvolvimento uma residência artística de Sofia Medeiros com contacto com os artesãos Alcídio Andrade e Lurdes Couto, sendo que em janeiro do próximo ano ir-se-á avançar com o projeto «Entrelaçar», na Escola Básica Integrada de Água de Pau.

A cestaria de vime faz parte da história das artes e ofícios da Lagoa, mais propriamente da vila de Água de Pau, explica a autarquia, no comunicado. Os cesteiros trabalhavam os vimes com as mãos e o auxílio de ferramentas rudimentares, produzindo variados artefactos indispensáveis ao quotidiano da população, alguns para uso doméstico e, também nos trabalhos agrícola, piscatório e mercantil. Na vila de Água de Pau os cesteiros tinham um papel fundamental e, por isso, a vila tornou-se uma referência na arte da cestaria, lê-se ainda.

Ainda no âmbito do Dia do Poder Local, os presentes vão poder assistir à apresentação final do projeto de intervenção teatral «Preocupa-me», concebido e orientado por André Melo, com a participação dos jovens do CDIJ – Trevo da Casa do Povo de Água de Pau.

Teófilo Braga homenageado no 114.º aniversário da implantação da República

© CM PONTA DELGADA

As celebrações do 114.º aniversário da implantação da República, tiveram lugar este sábado, 5 de outubro, na Praça do Município, em Lisboa, tendo sido assinalado também o centenário da morte de Teófilo Braga.

O catálogo “Teófilo Braga (1843-1924) – No centenário da sua morte”, foi apresentado no Museu da Presidência da República, em colaboração com a Câmara Municipal de Ponta Delgada, e no âmbito das celebrações foi depositada uma coroa de flores no túmulo de Teófilo Braga, no Panteão Nacional.

Segundo a autarquia de Ponta Delgada, “o momento simbólico teve como objetivo reforçar o reconhecimento da sua importância histórica e cultural para Portugal”, sendo que a cerimónia contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e diversas personalidades.

De acordo com nota de imprensa publicada no portal do Governo regional dos Açores, o líder do executivo açoriano, José Manuel Bolieiro, marcou presença e sublinhou a “importância” de evocar a memória de Teófilo Braga, que, nascido em Ponta Delgada, nos Açores, se destacou não só como o segundo Presidente da República Portuguesa, mas também como escritor e poeta, autor de uma vasta obra com mais de 300 títulos abrangendo áreas como a história, a filosofia, o teatro e a poesia.

“Há sempre um açoriano nos grandes momentos transformadores de Portugal. Eu sinto que Portugal pode contar com os açorianos, como sempre contou, e com os Açores”, sublinhou José Manuel Bolieiro.

“Os açorianos em qualquer parte do mundo têm um enorme orgulho na sua portugalidade e serem pertença, com intervenção na formação de Portugal, com influência na capacitação de Portugal”, acrescentou.

“Enquanto açorianos, honramos em Teófilo Braga um português de corpo inteiro, cujo exemplo cívico e dedicação à causa pública são inspiradores”, disse José Manuel Bolieiro.

Também presente, o presidente da câmara de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, registou o trajeto distinto de Teófilo Braga na história de Portugal.

“Homenageamos o político de Ponta Delgada que foi Presidente da República, mas também o pensador reformista que se dedicou à mudança e consolidação de um novo regime político para Portugal”, afirmou, de acordo com comunicado enviado às redações, Pedro Nascimento Cabral.

A iniciativa foi promovida pela câmara de Ponta Delgada, no âmbito do centenário do falecimento de Teófilo Braga, contando com a associação do presidente da República e presidente do Governo regional dos Açores.

Teófilo Braga, nascido na cidade de Ponta Delgada, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, tendo-se distinguido como político, escritor e ensaísta. No seu percurso político destaca-se a liderança do Governo Provisório formado com a instauração do regime republicano (de 6 de outubro de 1910 a 3 de setembro de 1911) e o exercício do cargo de presidente da República em 1915.

O panteão nacional acolhe e homenageia algumas das mais importantes personalidades da história e cultura portuguesa de todos os tempos, os presidentes da República Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona, os escritores Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro e João de Deus, a artista Amália Rodrigues, o Marechal Humberto Delgado e Aristides de Sousa Mendes.

Lions Clube de Lagoa homenageia presidentes do concelho

© CM LAGOA

No âmbito da cerimónia de celebração dos 20 anos da Casa Lions, o Lions Clube de Lagoa homenageou a presidente da Câmara Municipal da Lagoa (CML), Cristina Calisto, bem como os dois últimos presidentes da edilidade, João António Ferreira Ponte e Luís Alberto Meireles Martins Mota, de acordo com comunicado da autarquia.

Na quinta-feira, no edifício dos Paços do concelho, foi recebida Elisabeth Haderer, Past Diretora Internacional da Associação Internacional de Lions, acompanhada pelo vice-presidente, Roberto Oliveira e membros do Lions Clube de Lagoa.

“O Lions Clube de Lagoa é uma instituição que se move de forma autónoma e que trabalha numa componente de solidariedade que resulta diretamente da disponibilidade de cada um dos seus membros, que depositam os seus saberes e a sua condição socioeconómica em prol dos outros”, disse, na ocasião, a autarca lagoense.

Cristina Calisto enalteceu a dedicação dos Lions, referindo que, “ser Lion é interessar-se pelas causas sociais, e, nesse sentido, o Lions Clube de Lagoa tem sido exemplar pela sua missão de servir e ajudar voluntariamente a sua comunidade, pois todo o voluntariado é exercício de civismo e de co-responsabilidade e o Lions Clube de Lagoa é exemplo disso”, acrescentado que “o serviço voluntário em prol dos outros é uma tarefa nobre e louvável”.

Ainda segundo a presidente da CML, “2024 será um ano de grande trabalho para o Lions da Lagoa, já que a Lagoa recebe, em 2025, a convenção mundial dos Lions, onde se estima a participação de 400”.

Os Lions são uma organização internacional de clubes com mais de 1,4 milhões de associados, que procura atender a causas humanitárias através do voluntariado.

Bombeiros envolvidos no combate ao incêndio no HDES homenageados

© MIGUEL MACHADO/ GRA

Os bombeiros que estiveram envolvidos no incêndio que deflagrou no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES) no passado dia 4 de maio, foram homenageados pelo presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro.

Na ocasião, o presidente açoriano agradeceu “a todos, sem exceção” pelo trabalho desenvolvido.

“A minha primeira palavra não pode ser outra se não de gratidão e reconhecimento”, declarou o governante, que esteve acompanhado na homenagem pelo secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel.

Elogiando a “dedicação sem reserva” e o “trabalho intenso”, José Manuel Bolieiro vincou a “liderança forte” dos comandantes ao serviço no dia 4 de maio, e lembrou que todos os bombeiros “não pensam em si, pensam no outro, correm risco de segurança própria, o que tem de ser elevado e reconhecido em cada instante”.

Dirigindo-se a dezenas de bombeiros, em Ponta Delgada, o presidente do Governo regional valorizou a “competência, prontidão, diligência e saber” de todos, lembrando ainda vários prémios ganhos nos últimos anos pelos bombeiros dos Açores em competições nacionais e internacionais.

A “capacidade de reação” no incêndio do HDES foi também destacada por Bolieiro, que deixou palavras de incentivo em concreto para os bombeiros feridos após “se entregarem a uma missão” em prol dos açorianos.

Foram retirados “todos os doentes do hospital”, sendo que “nenhum óbito ocorreu, nem sequer ferimentos graves ou qualquer descompensação médica no tratamento interrompido e na perturbação envolvida na deslocação dos doentes”, prosseguiu o governante.

José Manuel Bolieiro reconheceu também que um “conjunto de atores e autores”, entre os quais o Governo regional, associações de bombeiros e autarquias, se deve unir “e partilhar soluções que ajudem, em progresso, a aumentar a justiça, equidade, sustentabilidade e dignidade de missão do bombeiro voluntário” nos Açores.