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Tremor 2023 com programa e alinhamento diário fechado

© CARLOS BRUM MELO
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Está fechado o programa e alinhamento da décima edição do Tremor que, este ano, decorre entre os dias 28 de março e 1 de abril, anunciou ontem, 2 de março, a organização do evento.

Voltando a propor um circuito multi-venue, cruzando salas de espetáculo formais, lojas e outros espaços interiores, e a descoberta da natureza açoriana, o Tremor 2023 terá palcos nas cidades de Ponta Delgada e Ribeira Grande.

No campo da programação, está previsto um alinhamento completo para o programa familiar do Mini Tremor, que decorrerá na manhã de sábado de 1 de abril no novo espaço que o festival ocupará nas Portas do Mar. Estão confirmadas pela organização, as apresentações de «Mais Alto!», um espetáculo que pretende sensibilizar as crianças para a importância da democracia, criado por Afonso Cabral, Francisca Cortesão, Inês Sousa, Sérgio Nascimento, com comentários de Isabel Minhós Martins e ilustrações de Bernardo P. Carvalho e Planeta Tangerina. E, ainda, um conjunto de oficinas criativas pensadas pelas artistas Beatriz Brum e Margarida Andrade em torno do potencial do amor enquanto motor criativo.

Segundo nota de imprensa enviada às redações, o acesso ao Mini Tremor é livre para portadores de bilhetes Tremor, estando ainda disponível um bilhete família no valor de 10 euros. Os bilhetes podem ser adquiridos em bol.pt ou diretamente à porta.

O Tremor integrará ainda, pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa «Receitas do Baú», que permitirá aos frequentadores do festival experenciar a culinária e tradições de Rabo de Peixe em ambiente familiar ou num arraial a ter lugar quarta, dia 29 de março, na vila piscatória.

Nomes confirmados para os concertos

Em 2023, o Tremor volta a trazer aos Açores artistas de várias gerações, géneros e espaços geográficos. No total são 37 bandas, produtoras e DJs que farão de São Miguel o epicentro para uma experiência que, ao longo de cinco dias, integra concertos em salas, performances surpresa e apresentações na natureza: Alfredo, Angel Bat Dawid, Atelineiras + Paco Piripiri, Avalanche Kaito, Banda Fundação Brasileira, Bia Maria, Chima Isaaro, COBRACORAL, Cobrafuma, Dame Area, Divide and Dissolve, Dj Fitz, Fado Bicha, Filipe Furtado, Flipping Candy, Grove, III Considered, Inês Malheiro, Kabeaushé, King Kami, Lalalar, Lander & Adriaan, Lucrecia Dalt, Lulu Monde, LYZZA & 8stars, Marina Herlop, MC Sissi & DJ Urânio, MSHR, Owen Pallett, Penelope Isles, Pongo, Tramhaus, Unsafe Space Garden, Vaiapraia, Verde Prato, ZA! & Perrate.

Sete projetos integram as residências artísticas

No campo das residências artísticas, serão sete os projetos em vista: novo espetáculo dos Som.Sim.Zero (projeto resultante das residências de trabalho entre a ondamarela, a Associação de Surdos de São Miguel e a Escola de Música de Rabo de Peixe); o jardim comunitário proposto pela Selva Coragem (criação do Teatro do Frio); o encontro entre Angel Bat Dawid e a Banda Fundação Brasileira;  a Orquestra Modular Açoriana que operará em cima de um sistema criado pelos MSHR; a proposta de banda sonora e performance das COBRACORAL para o Tremor Todo-o-Terreno; a residência EDGE a juntar artistas açorianos, cipriotas e canários; e a residência de arquitectura de Paulo Vieitas para o desenvolvimento de um palco (a estrear nesta edição) para os Tremor na Estufa. 

O programa completa-se com duas exposições: Sístole de Duarte Ferreira e Renato Cruz Santos, patente no Arquipélago Centro de Artes Contemporâneas; e Ornitofaunia de Carolina Garfo e Lendl Barcelos, a ser exibida no Museu Carlos Machado.

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