Segundo o Secretário Regional da Agricultura e Ambiente o trabalho dos Grupos de Ação Local é preponderante “no conjunto das políticas públicas de desenvolvimento local”, tendo o Governo dos Açores afetado 22 milhões de euros à medida que apoia projetos com esse objetivo no âmbito da Abordagem LEADER do PRORURAL+.
“Incentivar a mobilização da sociedade civil não é apenas estabelecer entidades capazes de receber tarefas de gestão descentralizadas pelo Estado, mesmo que o façam com maior eficiência”, afirmou Luís Neto Viveiros, frisando que “é, sobretudo, criar capacidade de autonomia no conjunto dos atores individuais e coletivos locais, abrindo espaços para novos experimentalismos, criatividades e iniciativas”.
O Secretário Regional falava na Gala do 20.º Aniversário da GRATER, que decorreu no Teatro Angrense, na ilha Terceira.
“Consideramos, por isso, que o surgimento dos Grupos de Ação Local nos Açores, há cerca de 20 anos, veio reforçar o que poderia denominar-se por movimento social de desenvolvimento local”, afirmou, acrescentando que esse movimento “contará nos próximos seis anos com um suporte financeiro de 22 milhões de euros”.
DL/Gacs
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