
O PSD/Açores vai assinalar os 45 anos dos órgãos de governo próprio da Região Autónoma dos Açores com duas sessões públicas com os primeiros e atuais presidentes da Assembleia Legislativa e do Governo regional, anunciou hoje o partido.
Numa nota enviada às redações, o gabinete de imprensa do PSD/Açores adianta que as duas sessões se realizam nas datas históricas de 21 de julho, com Álvaro Monjardino e Luís Garcia, e de 8 de setembro, com João Bosco Mota Amaral, antigo presidente do Governo açoriano e José Manuel Bolieiro, atual chefe do executivo regional de coligação PSD/CDS-PP/PPM.
O órgão máximo da Autonomia dos Açores foi oficialmente instalado a 21 de julho de 1976, na sequência das primeiras eleições legislativas regionais realizadas a 27 de junho desse ano, e a 8 de setembro assinala-se a tomada de posse do primeiro Governo dos Açores, presidido por Mota Amaral.
A primeira sessão realiza-se esta quarta-feira com a participação simultânea do primeiro presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Álvaro Monjardino, eleito em 1976, e do atual presidente, Luís Garcia, eleito em 2020.
Segundo o PSD, Álvaro Monjardino e Luís Garcia vão falar sobre a instalação e o desenvolvimento do parlamento açoriano, numa conversa transmitida em direto pelas páginas oficiais do PSD/Açores nas redes sociais Facebook e Youtube, com início às 19h00 locais.
A 8 de setembro, assinala-se o 45º aniversário da tomada de posse do primeiro governo açoriano, acrescenta o PSD/Açores.
O primeiro e o atual presidentes do PSD/Açores e do Governo regional, Mota Amaral e José Manuel Bolieiro, serão os participantes desta sessão de setembro, que encerra a comemoração partidária dos 45 anos dos órgãos de governo próprio da região.
“A iniciativa destina-se ao público e é organizada pelo Gabinete de Estudos Regional do PSD/Açores, sendo as sessões moderadas pelo seu diretor, José Andrade”, indica o PSD/Açores no comunicado.
Lusa/ DL
Os leitores são a força do jornalismo livre.
Subscreva e apoie. Ao valorizar o nosso trabalho, viabiliza um jornalismo independente e de proximidade. Só assim levamos até si as notícias que contam.
Deja una respuesta